A Mercedes tem sido uma equipa dominadora, que tem batido quase todos os recordes e que, à exceção deste ano, tem tido pouca ou nenhuma concorrência. Toto Wolff apresentou alguns fatores para isso ter acontecido, incluindo o que ele descreve como “síndrome de impostor”.
“O mais importante é permanecer humilde e ser capaz de ter uma mentalidade crítica de nós próprios”, disse Wolff. “Quando se ouve um dos nossos debriefs à segunda-feira de manhã depois de uma corrida que tivemos a sorte de ganhar, não parece um de uma equipa que tenha ganho. Estamos sempre céticos quanto à nossa própria conquista, e todos sofremos de certa forma, de uma síndrome de impostor – isto é, os outros devem ter realmente bem na equipa para nos terem feito ganhar, porque eu não sei qual foi a minha contribuição para isso. Passa por toda a organização. Toda a gente sente, mesmo os melhores engenheiros. Isso mantém-nos com os pés no chão. Todos os anos vemo-nos, não como aquele a vencer, mas de certa forma existe a mentalidade desafiadora”.










