Quem acompanhou a transmissão televisiva da sessão de qualificação do GP do México, pôde ver os mecânicos da Red Bull a trabalharem na asa traseira de um dos carros da equipa, aproveitando o tempo de paragem da sessão após o acidente de Lance Stroll. O carro saiu da garagem da equipa, com fita cola na asa traseira, uma solução improvisada e que já tinha sido utilizada no GP dos EUA, 15 dias antes da prova mexicana.
Os responsáveis da equipa assumem que os problemas encontrados em ambos os GP’s têm origens diferentes. No Circuito das Américas, a ondulação do piso parece ter tido influência nas fissuras das asas traseiras dos monolugares, assim como parece ter afetado o Alpine de Fernando Alonso; no México, o elevado nível de arrasto pode ter provocado a falha.
Sobre esta questão, Christian Horner explicou ao Motorsport.com, que foi “algo que nunca tínhamos visto antes. Mas os rapazes fizeram um grande trabalho para fazer uma alteração durante a sessão e as asas fizeram o seu trabalho na perfeição este fim de semana. Vimos uma reparação que era necessário fazer na asa e por isso, como precaução, fizemos algumas das alterações em todas as as asas que tínhamos disponíveis. Todas as asas foram retiradas dos carros, obviamente, e depois foram feitas as montagens e colocadas nos dois carros.”
A equipa não espera ter o mesmo problema em Interlagos.










Lá está o motivo dos RB serem superiores aos Merc… as asas com as fissuras ficam mais altas, já os Merc ficam mais baixos quando chegam às rectas, com o tal truque na suspensão…
Imaginem se este problema aparece-se nos Mercedes, já teríamos 5 páginas de comentários a chamar-lhe “truque” e “ilegal”. Sem falar na quantidade de insultos à FIA que os estão a ajudar e essas desculpas todas. hahahaha
Tipo o “filme” que montaram pa Ferrari em 2019? Só porque em 2017 e 2018 se aproximaram dos Mercs. ah, ok!