Fórmula 1: O que diz a história sobre os ‘Season Finale’?
Estamos perto do final da época de F1, e mais uma vez o ‘Grand Finale’ vai ser em Abu Dhabi. Uns gostam, outros nem tanto, a corrida do ano passado foi para os adeptos que gostam é de F1, e não deste ou daquele piloto, um espetáculo memorável, que teve um mau árbitro, algo que não interessa agora, para o caso…
Como referimos, mais uma vez, o cair do pano da Fórmula 1 este ano será novamente no circuito de Yas Marina em Abu Dhabi, o que sucede pela nona vez, e pela sétima vez consecutiva.
Mas o que lhe vamos recordar é como os ‘Season-Finales’ têm mudado de local ao longo dos anos, sendo que alguns Grandes Prémios tornaram-se sinónimo de ‘slot’ de final de temporada.
Apesar de ter encerrado 10 das 13 temporadas em que esteve no calendário, Abu Dhabi não é na realidade o destino mais comum para os finais da época de F1.
A Austrália detém esse recorde com 11, e notavelmente, também o recorde para a temporada mais comum de abertura. Para a Austrália, quase sempre os extremos…
A Austrália acolheu pela primeira vez a final da época em 1985 e manteve esse lugar durante 11 épocas consecutivas até que a corrida se mudou para, tornando-se na abertura da época em 96.
Antes disso, os Estados Unidos e o México eram destinos comuns para a corrida final de F1, mas nenhum dos dois o tem feito desde 1980.
Quando a Austrália trocou de datas, o Japão ocupou o lugar de final de temporada pela primeira vez desde 1977 e passou a acolher vários decisores icónicos do título, como a vitória de Damon Hill em 1996 e a primeira de Michael Schumacher na Ferrari em 2000.
Interlagos herdou então a vaga em 2004, que manteve durante a maior parte de uma década, e também desempenhou um papel proeminente na história da F1 com Lewis Hamilton (2007), Kimi Räikkönen (2008), e Sebastian Vettel (2012), todos eles conquistando os seus títulos na última corrida da temporada.
Com o título deste ano já resolvido, o Grande Prémio de Abu Dhabi de 2021 foi um dos mais emblemáticos decisores do título de sempre. Este ano será tudo bem diferente, mas isso nunca se controla.
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