Apesar de estar a trabalhar com as equipas e com a FIA para ter o máximo de Grandes Prémios de Fórmula 1 possível, quando houver condições para isso, a Liberty Media sabe que tudo pode correr extremamente mal e não haver corridas em 2020. A ‘dona’ da F1 é citada pelo conhecido jornalista de negócios F1 da Forbes, Christian Sylt, que reportou a complexa transação da Liberty Media (injeção de 1.5 biliões de dólares) dinheiro que lhe dá a capacidade de “preservar a saúde do ecossistema caso os problemas se agudizem”. Greg Maffei, CEO da Liberty Media, revelou que a organização já “adiantou prémios monetários a certas equipas” sendo que as primeiras corridas em 2020 deverão de realizar-se sem espectadores, o que significa que os promotores das corridas poderão ter de ser pagos em vez de pagarem e admite também que embora espere “voltar a correr em algum momento deste verão”, a Liberty reconhece que pode não haver corridas, embora se mantenha na luta para que hajam entre 15 a 18.









