A Alpine terminou o ano no quinto posto no campeonato de construtores, tendo ficado na frente da AlphaTauri por 13 pontos. A diferença entre as duas estruturas pode ser pequena, mas segundo o CEO da Alpine foi preciso ter percebido o seu monolugar, que era mais lento que o da equipa italiana.
“A equipa ganhou músculo”, afirmou Laurent Rossi ao Auto Motor und Sport. “Estávamos perdidos no início da temporada. No Mónaco não tínhamos ideia, conquistamos pontos, mas não sabíamos como. Não entendíamos bem o carro. Mais tarde sabíamos o que esperar”.
A Alpine conquistou pontos em 20 das 22 corridas, mais uma que a AlphaTauri, mas isso pode não explicar as diferenças entre ambas, já que as médias de pontos por corrida de cada equipa são muito próximas: 7,75 para a Alpine e 7,47 para a AlphaTauri. O “segredo” está no trabalho que fizeram com os seus pilotos. “O maior progresso foi da forma como trabalhamos. Em primeiro lugar, tudo sobre os pilotos para tirar o melhor deles. E, em segundo lugar, forçar ainda mais os limites dos pilotos. Isso levou entre quatro a cinco meses. Tratou-se de reconstruir Esteban [Ocon] depois da temporada passada e, ao mesmo tempo, Fernando [Alonso] de volta à Fórmula 1”, explicou o responsável da Alpine.











