Fórmula 1: Force India com ano exigente pela frente
A Force India é, provavelmente, a equipa que consegue mais com menos, assegurando o quarto posto no Campeonato de Construtores dos dois últimos anos, mas em 2018 terá um desafio mais complicado.
A formação de Silverstone teve ao seu dispor o sétimo orçamento do plantel em 2017, mas isso não a impediu de se bater pela liderança do segundo pelotão, superiorizando-se a equipas muito mais bem financiadas para se impor no encalço das ‘Três Grandes’.
A Força da Force India assenta numa equipa técnica muito competente, liderada por Andrew Green, capaz de alocar os recursos finitos da formação nos componentes diferenciadores de performances sem cometer erros.
Para além disso, duplas de pilotos muito competentes, como é o caso da formada por Esteban Ocon e Sergio Pérez, juntamente com uma equipa de corridas forte e operacionalmente muito eficaz, contribuem decisivamente para que a Force India consiga ultrapassar as suas limitações financeiras e bater-se com estruturas de dimensões superiores.
ESTABILIDADE IMEDIATA
Em 2018 a formação de Silverstone mantém basicamente os seus elementos – que têm sido preponderantes nos últimos anos – mas este será o ano em que, aparentemente, a Force India terá mais dificuldades em impor-se no segundo pelotão e manter o quarto lugar no Campeonato de Construtores.
Depois de anos em subaproveitamento, esta temporada espera-se que a McLaren, com unidades de potência Renault, possa subir significativamente na classificação e a Renault, em reconstrução e com maior fiabilidade, possa concretizar em resultados o andamento que evidenciou em 2017 após o Grande Prémio da Grã-Bretanha.
O Force India VJM11, ainda que um chassis completamente novo, é uma evolução do conceito do ano passado, que tão boa conta de si deu, onde continua a ser aparafusada a unidade de potência da Mercedes, juntamente com a caixa de velocidades oriunda de Briwxorth.
Estes são argumentos fortes e que dão garantias de um carro competitivo que, nas mãos de Ocon e Pérez, poderá ser uma arma importante na luta do segundo pelotão, mas fica a dúvida se poderá suster os avanços da McLaren e da Renault.
A MUDANÇA ADIADA
Quando a Force India apresentou o seu monolugar em Barcelona, esperava-se que, com o VJM11, surgisse o novo nome da escuderia de Silverstone, uma vez que era algo que já vinha ser analisado pelos responsáveis da equipa desde meados do ano passado.
Contudo, a expectativa acabou gorada, mantendo a estrutura de Enstone a identidade conhecida desde 2008. Esta medida poderá, porém, ser implementada até ao início da temporada, que se realiza em Melbourne no próximo fim de semana.
São tempos de indefinição no seio da Force India, mas avaliar pelos últimos anos, em que os indianos que controlam a equipa têm enfrentado inúmeros problemas com a justiça do seu país, talvez esse desconhecimento do futuro a médio prazo não se transfira para a pista, permitindo que Pérez e Ocon se continuem a bater com pilotos de equipas com maiores recursos.
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