Durante a reunião da Comissão de F1 da FIA de ontem, ficou acordado que as equipas e a Fórmula 1 apoiam o aumento do número de corridas sprint de 3 para seis em 2023, no entanto, como se pode ler no comunicado, “a FIA continua a avaliar o impacto desta proposta nas suas operações e no seu pessoal, e dará o seu feedback à Comissão”.
Resolvidas a grande questão de dividiu equipas em 2022 sobre o valor a ser pago pela Fórmula 1 por cada corrida sprint realizada, seria de esperar que não houvessem mais entraves sobre esta matéria, mas agora é a FIA que atrasa o processo, que segundo o canal britânico Sky, é acusada de “ganância” e que “pedidos financeiros injustificáveis” estão na base da decisão.
O jornalista do canal britânico, afirmou que algumas fontes lhe garantiram que “a palavra ‘ganância’ foi-me realmente dita. E um par de equipas disse que, na sua opinião, a FIA não incorre em custos adicionais significativos ao substituir uma sessão de treino por um evento de sprint. Eles estão chocados pela FIA ter tomado esta posição”.
Slater afirmou ainda que existia unanimidade entre as 10 equipas de Fórmula 1 sobre as corridas sprint, que esperam poder ser uma fonte de receitas enorme para a indústria, mas temem que a FIA possa não estar alinhada com a Fórmula 1 sobre o futuro da disciplina.
Em resposta às informações avançadas pelo canal britânico, a FIA lembrou que é uma organização sem fins lucrativos e que não se trata de apenas trocar um treino livre por uma corrida sprint, existem procedimentos iguais aos de uma corrida de domingo e que é necessário um aumento de recursos da federação para esses fins de semana.










