O teto orçamental da Fórmula 1 voltou a descer em 2022, passando de 145 milhões em 2021 para 140 milhões de dólares este ano, com o objetivo de baixar novamente em 2023, para os 135 milhões de dólares.
As grandes equipas têm que reduzir em muito os seus gastos, passando a dispor de menor vantagem financeira em relação às estruturas mais pequenas. Na opinião de Günther Steiner, e mesmo sabendo que a redução do limite do orçamento não tem repercussões imediatas, a vantagem das equipas maiores para as mais pequenas cifram-se entre 10 a 20 milhões de dólares, quando no passado recente podiam chegar aos 300 milhões de dólares.
“Aquilo em que tento concentrar-me é que antes tinham o triplo do orçamento, o que é uma vantagem de 200-300 milhões de dólares. Agora, mesmo que as grandes equipas tenham alguma vantagem, é talvez de 10-20 milhões de dólares. Estamos mais perto. Portanto, deve haver alguma mudança, porque a dada altura não podem fazer mais do que as equipas mais pequenas”, explicou o chefe de equipa da Haas ao The Race.
O responsável da Haas diz ser realista e perceber que nem todas as equipas vão vencer o campeonato, mas “todos devem aproximar-se mais. E deveria haver uma luta maior pelo resto. Esperamos que todos os anos troquem as equipas que têm bons resultados e as que têm maus resultados”.










