Para a maior parte das equipas não vai fazer grande diferença, mas para a Mercedes e Red Bull a situação será bem mais complicada. Só no caso da Mercedes e Red Bull, os valores atuais somados dos dois pilotos ultrapassam largamente esse valor.
Lewis Hamilton (Mercedes) ganha à volta de 40 milhões de euros, fora os bónus, e Max Verstappen (Red Bull), que ganha 30 milhões de euros, portanto um bom bocado acima dos 30 milhões de dólares propostos pela FIA e pela Liberty Media para teto salarial das equipas de F1.
Ou seja, a Fórmula 1 está perto de tentar impor um limite orçamental anual de 30 milhões de dólares por equipa para limitar as despesas com os três pilotos, os dois efetivos e o de reserva.
De acordo com a publicação italiana La Gazzetta dello Sport, a FIA e a Liberty Media estão preparadas para fazer circular a proposta entre as equipas de F1: “De acordo com rumores”, escreveu o correspondente Luigi Perna, “eles chegaram à definição de um número. Cada equipa, nas próximas épocas, pode gastar um máximo de 30 milhões de dólares para os dois pilotos mais reservas. Bónus e direitos de imagem pessoal seriam excluídos”, acrescentou.
Charles Leclerc é citado pelo Corriere della Sera: “Tenho uma opinião sobre o assunto, mas prefiro falar sobre ela com a FIA do que em público. Mas quero salientar os riscos que corremos na pista”, disse.










