A história da desclassificação de Sebastian Vettel no GP da Hungria, depois de ter terminado a corrida no segundo posto, já é mais que conhecida. A equipa afirmou sempre, que o carro tinha combustível para ser retirado pelos delegados técnicos da FIA e assim devia ter acontecido, mas devido a uma falha no tanque e bomba de combustível, o pouco que lá existia, acabou por vazar.
No entanto, avança a publicação Auto Motor und Sport, a equipa revelou que inicialmente tinham colocado demasiado combustível no carro de Vettel e que durante a corrida, instruíram o piloto a utilizar um modo de “queima de combustível” para se livrarem do peso extra. Perceberam demasiado tarde que já não havia combustível suficiente.
“Por causa da chuva, a corrida foi mais lenta do que pensávamos no início. Mas depois de decidir a quantidade de gasolina, já não se pode mudar nada no reinício da corrida”, confirmou o diretor desportivo da equipa, Andy Stevenson.
Segundo a mesma fonte, também o carro de George Russell tinha menos de 1 litro de combustível, o mínimo exigido pela FIA, mas como foi por tão pouco, os delegados deram como que o combustível ainda armazenado nos tubos de alimentação da unidade motriz. O mesmo devia ter acontecido no Aston Martin, mas devido à tal fuga, nem perto de um litro foi possível retirar do depósito: “Teria sido muito próximo do exigido, como aconteceu com George Russell”, afirmou Stevenson à publicação.











A Aston Martin está a ser uma anedota, a Racing Point era bem melhor.
Cada vez mais, fica claro a “asneirada” que a equipa fez… não tinham a noção do combustível que tinham no carro… não contabilizaram bem o que estavam a gastar, não sabiam o que sobrava e agora querem “lavar a cara”… mas estão é esfregando lama na cara…
A respeito do que aconteceu com Russel… 0,9 é próximo de 1 mas 0,3 já não é próximo de 1… 0,3 está mais perto de 0 do que de 1…
Desde quando é que a Auto Motor und Sport é uma fonte credível?