Fórmula 1: Alguns dos recordes mais difíceis de bater | AutoSport
AutoSport
  • F1
  • VELOCIDADE
  • RALIS
  • TT
  • +MOTORES
  • KARTING
  • Histórico
  • Login
  • Register
No Result
View All Result
  • Clube Autosport
  • Auto+
  • Urbana
  • Hoteis de Campo
  • Properties
  • E-AUTO
  • Assinaturas
AutoSport
  • F1
  • VELOCIDADE
  • RALIS
  • TT
  • +MOTORES
  • KARTING
  • Histórico
  • Login
  • Register
No Result
View All Result
AutoSport

Fórmula 1: Alguns dos recordes mais difíceis de bater

Rodrigo Fernandes by Rodrigo Fernandes
26 Dezembro, 2017
in F1, FÓRMULA 1, Newsletter
A A
Número de espetadores cresce 8% na Fórmula 1

Share on FacebookShare on Twitter

A Fórmula 1, e o desporto em geral, são feitos de recordes e objetivos a serem batidos. Aqui ficam alguns recordes que muito dificilmente serão batidos nos próximos tempos.

Terminar mais vezes no pódio numa temporada

Michael Schumacher, 2002: 100% (17 em 17)

Artigos relacionados

Transparência e responsabilidade: as razões da saída de Robert Reid da FIA

Robert Reid alerta: investimento no WRC só resultará com regras alinhadas

30 Setembro, 2026

OPINIÃO: O ADN dos ralis? alguém lhe apagou uma das linhas mais importantes

30 Setembro, 2026

Michael Schumacher, e a Ferrari, dominaram a temporada de 2002. O piloto alemão conseguiu vencer 11 vezes, terminar em segundo seis vezes e no lugar mais baixo do pódio no Grande Prémio em falta. Uma demonstração de força e fiabilidade da Ferrari, comprovada pelo facto de Rubens Barrichelo ter ganho quatro dos seis Grandes Prémios que não foram para o alemão.

Schumacher apenas pode perder este recorde se algum piloto conseguir terminar uma época mais longa sempre no pódio – 2018 vai contar com 21 Grandes Prémios -, mas os 100% são impossíveis de bater. Em 2017, Lewis Hamilton conseguiu terminar sempre nos pontos, conseguirá subir o nível?

Início da temporada mais cedo

1965 e 1968: 1 de janeiro

O Grande Prémio da África do Sul de 65 e 68 foram disputados a 1 de janeiro. Algo impensável nos dias de hoje [em 2018, começa a 25 de março na Austrália]. Um recorde que nunca será batido e muito provavelmente também não será igualado.

Maior diferença entre primeiro e segundo num Grande Prémio

Grande Prémio de Portugal de 1958: 5:12.75

O Grande Prémio de Portugal de 1958 fica para a história a este nível. Disputado no Circuito da Boavista, a 24 de agosto, Stirling Moss venceu com mais de 5 minutos de vantagem (5:12.75) para Mike Hawthorn, que foi o único piloto a conseguir terminar na mesma volta de Moss.

Esta corrida fica ainda marcada por uma atitude de Moss que lhe custou literalmente o título numa altura em que ainda faltavam dois Grandes Prémios. Hawthorn tinha sido desqualificado, mas Moss apelou a favor do piloto da Ferrari que, assim, voltou a ser dono do segundo lugar da corrida e garantiu mais 6 pontos, tendo, no final do ano, sido campeão com 1 ponto de vantagem sobre Moss.

Melhor média de pódios da carreira

Dorino Serafini (100%)

O piloto italiano fez uma única participação na Fórmula 1 na carreira e terminou em segundo. O piloto participou com um Ferrari da equipa oficial, ao lado de Alberto Ascari, fazendo cada piloto apenas metade da corrida. Isto aconteceu no Grande Prémio de Itália de 1950, ou seja, na primeira temporada da F1.

Mais pilotos no arranque de um Grande Prémio

Grande Prémio da Alemanha 1953: 34

Numa altura em que corriam monolugares da Fórmula 1 e da Fórmula 2 lado a lado, o Grande Prémio da Alemanha de 1953, corrido em Nürburgring, teve 34 pilotos à partida. Hoje em dia, este recorde é impossível de ser batido, já que a FIA limita a 26 o número de pilotos que podem começar um Grande Prémio.

Pódio mais velho

Grande Prémio da Suíça 1950: 140 anos e 93 dias

Hoje em dia, os pilotos de Fórmula 1 são geralmente novos, em 2017, o mais velho foi Kimi Raikkonen, com 38 anos, mas, no início da competição, não era assim. Por exemplo, no primeiro Grande Prémio da história da Fórmula 1, na Grã Bretanha, apenas um piloto tinha menos de 30 anos. A 4 de junho de 1950, no Circuito de Bremgarten, Nino Farina venceu, seguido de Luigi Fagioli e Louis Rosier. Os três juntos somavam 140 anos e 93 dias, ou seja, uma média de 46 anos e 274 dias.

Menos pontos atribuídos num Grande Prémio

0.14: Stirling Moss, Alberto Ascari e Jean Behra

A tecnologia, em 1954, era muito diferente da de hoje em dia e, como tal, determinar a volta mais rápida era quase impossível. Mas o piloto que fizesse a volta mais rápida recebia 1 ponto na altura. No Grande Prémio da Grã Bretanha de 1954, foram sete pilotos que fizeram a volta mais rápida, uma vez que a falta de tecnologia fazia com que o valor fosse arredondado [no caso, a volta mais rápida foi 1 minuto e 50 segundos]. A decisão foi dividir o ponto por todos os pilotos, dando os tais 0.14 por piloto, sendo que Stirling Moss, Alberto Ascari e Jean Behra apenas conseguiram esta pontuação, uma vez que desistiram da corrida.

Menor vantagem na pole position

Grande Prémio da Europa: 0.000 entre os três primeiros

Três pilotos fazerem precisamente o mesmo tempo na qualificação não é impossível de bater, mas é muito improvável. Aconteceu em Jerez, que recebia o Grande Prémio da Europa naquele ano.

Jaquces Villeneuve, Michael Schumacher e Heinz-Harald Frentzen foram os responsáveis por tal faceta, ao completarem os 4.4 quilómetros do circuito em 1:21.072.

Grande Prémio com maior duração

Grande Prémio do Canadá de 2011: 4:04.39,537

O Grande Prémio do Canadá de 2011 fica para a história como a corrida mais longa da Fórmula 1, ainda que mais de duas horas tenham sido passadas com a corrida interrompida devido à chuva.

No final, Jenson Button venceu, com quase três segundos de vantagem sobre Sebastian Vettel e Mark Webber.

Por curiosidade, em 2017, o maior Grande Prémio foi o do Azerbaijão com 2 horas, 3 minutos e 55.753 segundos

Mais vezes sem se conseguir qualificar para a qualificação

Gabriele Tarquini: 24

Gabriele Tarquini esteve entre 1987 e 1995 na Fórmula 1, mas apenas conseguiu um ponto [México 1989] e, pior, por 40 vezes não se conseguiu qualificar para a corrida. Destas, em 24 nem para a qualificação o piloto italiano conseguiu qualificar-se. Outros tempos onde existiam muitos na Fórmula 1.

Tags: Formula 1
Rodrigo Fernandes

Rodrigo Fernandes

Artigos relacionados

Transparência e responsabilidade: as razões da saída de Robert Reid da FIA
Newsletter

Robert Reid alerta: investimento no WRC só resultará com regras alinhadas

by José Luis Abreu
30 Setembro, 2026
Destaque Homepage

OPINIÃO: O ADN dos ralis? alguém lhe apagou uma das linhas mais importantes

by José Luis Abreu
30 Setembro, 2026
Next Post
F1, Daniel Ricciardo: “Acredito que podemos lutar com a Mercedes”

F1, Daniel Ricciardo: "Fui muito sensível às mudanças no monolugar"

As 10 piores personalizações para Jeremy Clarkson

Subscribe
Login
Notify of
Please login to comment
3 Comentários
so23101706
so23101706
8 anos atrás

Que artigo inútil!

joaopereira1696
joaopereira1696
8 anos atrás

O dos pódios do schumacher nem acho assim tão difícil de bater, os mercedes nos últimos 4 anos pelo menos de 2014 a 2016 tiveram perfeitas condições para alcançar isso, só que para isso a fiabilidade também conta

Speedway
Speedway
8 anos atrás

Estatísticas e recordes há muitos e depende da perspectiva que se quiser. Mas isso pouco valor tem porque existem N imponderáveis.
Por exemplo o nº de pontos obtidos já não tem nenhum valor dado que os pontos a atribuir em cada corrida tem variado imenso ao longo dos tempos.
As vitórias, o nº de títulos,de poles e de voltas mais rápidas isso sim ainda diz bastante. Principalmente o nº de vitórias dividido pelo nº de GPs que se disputou.
O resto é apenas curiosidade.

  • Últimas
  • Tendências
  • Comentários
WRC, Rali da Acrópole/PEC2: Thierry Neuville assume liderança, ‘limpeza’ e furos…

Hyundai avalia futuro no WRC e mira o horizonte de 2029

30 Setembro, 2026
Challenge Clio Rally5: três primeiros classificados separados por 11 pontos

Challenge Clio Rally5: três primeiros classificados separados por 11 pontos

30 Setembro, 2026
Transparência e responsabilidade: as razões da saída de Robert Reid da FIA

Robert Reid alerta: investimento no WRC só resultará com regras alinhadas

30 Setembro, 2026
Rali de Portugal PEC 20/22 Zonas Espetáculo Fafe

De “desastre” a “murro no estômago”: O coro de indignação pela perda do Rali de Portugal em 2027

30 Setembro, 2026
Pierre Gasly vence GP de Itália de Fórmula 1

Pierre Gasly vence GP de Itália de Fórmula 1

164
GP Rússia F1: ‘Swing’ da Mercedes coloca Hamilton mais perto do penta

GP Rússia F1: ‘Swing’ da Mercedes coloca Hamilton mais perto do penta

157

GP da Bélgica F1: Hamilton vence e fica a duas de Schumacher

153
GP Azerbaijão F1: Segunda vitória de Valtteri Bottas

GP Azerbaijão F1: Segunda vitória de Valtteri Bottas

147

Sobre

Especialistas em automóveis, automobilismo e demais desportos motorizados há 48 anos.

Informação importante

Ficha técnica
Estatuto editorial
Política de privacidade
Termos e condições
Informação Legal
Como anunciar

Tags

António Félix da Costa Armindo Araújo Carlos Sainz Charles Leclerc Dakar Daniel Ricciardo F1 Fernando Alonso Ferrari FIA Fórmula 1 Fórmula E Lando Norris Lewis Hamilton Max Verstappen Mercedes Rali de Portugal Red Bull Sebastian Vettel Sébastien Loeb Sébastien Ogier WEC WRC

Grupo AutoSport

AutoSport
AutoMais
Clube Autosport

  • Purchase Now
  • Features
  • Demo
  • Support

© 2025 Autosport copyright

Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta abaixo

Forgotten Password? Sign Up

Create New Account!

Fill the forms below to register

All fields are required. Log In

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Login
  • Sign Up
  • CLUBE AUTOSPORT
  • F1
  • VELOCIDADE
  • RALIS
  • TT
  • +MOTORES
  • KARTING
  • HISTÓRICO
  • AUTO+
  • ASSINATURAS

© 2025 Autosport copyright

wpDiscuz