Está encontrada a primeira guerra de 2023. A FIA parece focada em aumentar o número de equipas na F1, algo que a própria F1 parece não ver com bons olhos.
Mohammed Ben Sulayem disse recentemente que pretendia abrir o processo de declaração de interesse que poderá abrir a porta a novas equipas de F1. E o dirigente da FIA acredita que a F1 poderia chegar às12 equipas, o que poderá não agradar às atuais equipas do Grande Circo.
“Em geral, se olharmos para a sustentabilidade da Fórmula 1, temos de a abrir a outras marcas. Podemos ter até 12 equipas na grelha”, disse Mohammed Ben Sulayem citado pelaSoyMotor.com. “Tendo uma empresa como a General Motors, uma das cinco maiores do mundo… devemos encorajá-los no seu interesse em vir para a F1. É assim que eu gostaria que o futuro fosse”, disse ele. “Depois, do outro lado, temos a equipa Andretti. Há um processo, temos de esperar e ver se são capazes de ter sucesso e estar na grelha. Um fabricante irá ajudar a melhorar a Fórmula 1 e não vejo razão para não recebermos novas equipas, especialmente equipas americanas. Já temos lá três corridas este ano”, disse ele. “Congratulámo-nos com qualquer proposta para ser uma das 12 equipas. Aceitamos boas equipas, mesmo que sejam pequenas, como a Haas. Esperamos que as coisas mudem e que possamos ter uma 11ª equipa adequada, veremos o que acontece”.
Ora, vendo a reação da F1 ao anúncio de Mohammed Ben Sulayem, parece que um conflito de interesses entre a FIA e a F1 pode despontar, o que poderá piorar as relações entre as duas organizações, relações que já viveram melhores dias.












Menos conversa e mais ação! Venham essas 2 equipas para acabar com as lamechas do costume de certas equipas.
Por um lado mais duas equipas era óptimo. Por outro tem de haver equilíbrio para que as equipas mais pequenas consigam continuar a competir, ou é apenas uma porta giratória em que entram duas novas, as que estão nos últimos lugares não aguentam e saem, ficando outra vez a F1 com 10 equipas…
As equipas têm de ser bem escolhidas e os lucros distribuídos de maneira que a equipa que ganhe menos, tenha dinheiro para ser competitiva e não ter de andar a raspar o fundo do tacho para apenas aparecer em pista.
As ultimas equipas a desaparecerem tambem foram as ultimas a entrar. Tirando a Haas.
Escolhidas a dedo pelos gananciosos do costume, rejeitam a Andretti Cadillac e talvez aprovem a Pantera porque não ameaça o 10º lugar. Os 200 milhões só deviam ser pagos às equipas que perdessem para a equipa que entrasse na F1, o que ajudaria as equipas mais fracas do pelotão. Foi pena a Porsche não ter tentado criar uma equipa de raiz, duvido que fossem rejeitados por todas as equipas.
Na minha opinião (não é que ninguém a tenha inquirido na FIA) só deveria entrar construtores com um contrato de 10 anos de permanência, com um pagamento de 500 milhões de entrada como caução, devolvido ao cabo dos ditos 10 anos. Se sairem mais cedo, perdem a guita, simples. Com respeito aos “privados”, tirando a Red-Bull, mais nenhum aventureiro desde a Williams, se aguentou até aos dias de hoje. Não necessitamos de mais HAAS, com respeito pelo trabalho desenvolvido, precisamos de investidores sérios, com recursos válidos para desenvolver e competir seriamente na F1. Gostava de ver uma Toyota e uma… Ler mais »
Mais depressa peço esses 500 milhoes a porsche e audi do que a andretti. Porsche e audi nao passam de uma Toyota Honda e bmw que entram e saem e usam desculpas esfarrapadas tal como a crises financeira que na altura so a Honda se poderia queixar verdadeiramente.ou ate renault com tantas vidas como uma gato. Porche em 10 anos entra duas vezes no WEC. Audi andou a abrincar com o wec e f1 Andretti se entra é para ficar. Nao podemos comparar estas estruturas actuais com as que havia ha 30ou 40 anos. Andretti é solida, nao é uma… Ler mais »
Concordo perfeitamente com o que escreveu, aliás, os 500 milhões que escrevi, é mesmo para evitar os entra e sai dos construtores, para evitar as BMW, Honda e Toyota desta vida. Em relação à Andretti Motorsport, por mim é bem-vinda, desde que entenda que a F1 e os construtores mais fortes não vão baixar as calças para que a Andretti fique mais competitiva, como fizeram no WEC para que estruturas amadores (não confundir esta expressão com, má profissionais), possam competir com a Toyota. Na F1 quem não tem andamento fica a xuxar no dedo. O problema é que eu, como… Ler mais »
Impressionsnte o egoismo dos que lá estão.A F1 é uma competição.Não é um clube privado e fechado. A FIA neste caso que se imponha e faça o que tem de fazer.