Ainda sem resolução para a saída de Jost Capito e François-Xavier Demaison, a Williams tem um duro teste em 2023. A estrutura de Grove começou com o “pé esquerdo” a nova era regulamentar, falhando a possibilidade de sair dos últimos lugares da tabela classificativa, o que terá custado o emprego aos dois elementos-chave da estrutura. Não foi a única, é certo, mas foi uma equipa que não teve qualquer hipótese de lutar por outro posto final.
Para ultrapassar o desafio de mais uma temporada a Williams apoia-se em Alexander Albon, que deu bons sinais no seu regresso à Fórmula 1, e o estreante Logan Sargeant. Com um novo companheiro de equipa, depois de ter passado a sua primeira época na equipa com Nicholas Latifi, Albon espera poder contar com Sargeant para juntos trabalharem no desenvolvimento rápido do novo monolugar da equipa, que ainda não tem data de lançamento.
“Quero que nós dois trabalhemos juntos para acelerar o desenvolvimento”, disse Albon. “E para fazer isso, Logan também precisa de ter conhecimento dos desenvolvimentos, para que possa dar feedback e apertar nas áreas em que precisamos de pressionar”.
Acrescenta o tailandês que “duas pessoas a trabalharem pela mesma causa, gera sinergia”, salientando que assim, “as equipas desenvolvem uma boa dinâmica quando todos têm o mesmo objetivo”.
Não havendo “uma solução rápida”, como afirmou ainda Albon sobre a resolução dos problemas que a equipa encontrou no monolugar de 2022 e que serve de base de trabalho para o novo monolugar de 2023, o piloto quer assim todos focados na equipa e não nos resultados individuais. Será complicado, com um piloto estreante que pode errar facilmente, mas como Zhou Guanyu demonstrou na Alfa Romeo na temporada passada, isso pode ser possível.











