Durante os primeiros nove Grandes Prémios do ano a Williams ‘assinou’ sempre as paragens nas boxes mais rápidas. A mais veloz ocorreu durante o GP da Europa de F1 em Baku, onde apenas por 1.89s o carro esteve parado nas boxes. Segundo o diretor técnico, Pat Symonds, a base desta rapidez nas boxes tem como origem o elevado número de erros que foram cometidos em 2015 e que obrigaram a equipa a reestruturar este aspecto crucial das corridas.
Do ponto de vista técnico foram também modificados macacos, porcas bem como outros mecanismos. Para além disso outros aspectos são também estudados. “Olhámos para o momento em que o carro chega ao pitlane, como é que são as suas reacções e onde é que parou. Para termos uma ideia do nível de detalhe após o GP do Canadá desta época, onde apenas fizemos duas paragens, tínhamos em nossa posse um relatório de 16 páginas A4. Podemos ver que tudo é analisado ao detalhe”, referiu Pat Symonds. Já sobre a possibilidade de bater o tempo canhão de 1.89s, Symonds pensa que é “possível tirar uma ou duas décimas. Na fábrica em sessões de treino já conseguimos ser mais rápidos do que essa marca”.













Na Williams, parece que os mecânicos são mais F1 que os monolugares 😉
Na fábrica em sessões de treino já conseguimos ser mais rápidos do que essa marca”. Pois, sem pressão de serem chamados a perna ou pior ainda serem despedidos..hehehe mas que são rápidos nos pitstpo´s isso ninguém duvida…