James Vowles confirmou que a Williams está em conversações com Carlos Sainz relativamente a uma potencial mudança do espanhol para a temporada de 2025.
A revelação do responsável da equipa de Grove surge no meio de um mercado de pilotos em rápida mudança, com Sainz a emergir como um elemento importante após a renovação do contrato de Sergio Pérez com a Red Bull.
Sainz parece ter agora duas opções principais para o seu futuro: juntar-se à Sauber-Audi ou a Williams. A possibilidade de se mudar para a Mercedes parece reduzida, sendo provável que Toto Wolff prefira outro piloto, talvez o jovem Andrea Kimi Antonelli.
Parecendo que o projeto da Audi com a Sauber não consegue reunir todos os argumentos necessários para o piloto espanhol firmar compromisso, a Williams apresenta-se uma opção atraente para Sainz, especialmente com as unidades motrizes Mercedes.
Na sexta-feira, no Grande Prémio do Canadá, Vowles explicou quais os principais trunfos para negociar com o espanhol. “Porquê a Williams? Respondo a essa pergunta”, disse Vowles. “Há uma razão para eu estar aqui. A Williams não é a mesma Williams de há três anos e, por definição, o facto de estarmos a falar com o Carlos mostra que mudámos a nossa abordagem, pois queremos que dois pilotos de classe mundial façam parte do nosso grupo. Queremos que o mundo perceba que estamos aqui e que falamos a sério, que investimos o que é preciso para voltar a estar na frente.”
O responsável da Williams acrescentou ainda que “em 2026, temos uma das melhores unidades motrizes – se não a melhor unidade de potência – a chegar no nosso carro. Anunciaremos em breve, espero, mas há cerca de 30 pessoas incríveis de outras equipas a juntarem-se à nossa organização, que temos reunido nos últimos 12 meses.”
Para Vowles, Carlos Sainz “pode escolher se quer vir para cá ou não, e isso é com ele”, mas considera que tem pontos fortes que podem atrair o piloto espanhol. “Acho que é fácil para mim dizer, porque sou da Williams e visto a camisola, mas acho que é uma decisão fácil vir para cá. Mas a decisão tem de ser dele”.
Foto: Philippe Nanchino/ MPSA











