Uma das preocupações para o fim de semana do GP do México é o arrefecimento dos motores. Com o ar mais rarefeito, o arrefecimento é menos eficiente e a Williams irá ter isso em conta nas primeiras sessões de treinos.
Dave Robson, o chefe de desempenho da Williams, não está preocupado com a possibilidade do circuito causar problemas ao motor Mercedes, mas sabe que a equipa terá de se adaptar para colocar o seu carro na janela certa para ter desempenho:
“A principal característica da Cidade do México é a sua altitude”, disse Robson. “A mais de 2000m acima do nível do mar, o Autódromo Hermanos Rodríguez é o circuito mais alto em que corremos. Isto tem implicações significativas para os sistemas de arrefecimento do carro, o desempenho aerodinâmico e o comportamento dos pneus. O traçado do circuito é uma boa mistura de curvas de várias velocidades e várias rectas, com três zonas DRS. Passaremos a sexta-feira a confirmar que o carro é saudável na baixa densidade de ar, e assim que estivermos satisfeitos com isto, investigaremos o desempenho dos pneus e a configuração aerodinâmica ótima. A Pirelli está a fornecer a mesma gama de compostos médios que forneceu da última vez em Austin. Estes compostos devem lidar razoavelmente bem com as condições de baixa aderência e devem ser tolerantes com o reduzido apoio aerodinâmico dos carros este fim-de-semana”.











