Valtteri Bottas afirma que não vai “entrar em pânico” se Lewis Hamilton for mais rápido do que ele no começo da nova época de F1, ao mesmo tempo que admite que enfrenta uma curva de aprendizagem na Mercedes. Após quatro épocas na Williams, o finlandês aproveita agora a retirada do campeão do mundo Nico Rosberg para competir na equipa de referência na modalidade, tendo-se adaptado bem à condução do novo W08 nos testes de pré-temporada em Barcelona. Bottas foi rápido, mas apesar de estar sob análise não sente qualquer pressão adicional, insistindo que tem “mais a ganhar do que a perder”.
“Sei que tive sorte com a retirada de Nico. Sempre foi o meu objetivo estar num carro ganhador. Graças a ele isso tornou-se possível – agora posso obter os melhores resultados. Para ser honesto, não sinto mais pressão do que antes”, afirmou Valtteri Bottas ao alemão Auto Motor und Sport. Hamilton é uma referência para o finlandês, pelo que “vai ser interessante ver como ele afina o carro e como funciona o seu estilo de condição”, considerando: “Posso apanhar um tricampeão do mundo a trabalhar”. Mas Bottas garante também: “Não vou desistir nem entrar em pânico se o Lewis for mais rápido. Desde a primeira corrida quero andar na frente, mas sei que a minha curva de aprendizagem é um primeiro passo”.












Tens muito a aprender com descontracção com o teu amigo Kimi; Corrida interrompida por causa de uma tromba d’agua, equipa aflita a ver qual melhor estratégia e ele a saborear um gelado em calções 🙂
“Se”???… Não seria melhor dizer “quando”?!…
Se entrar em pânico torna-se num Kvyat 2.0… Tem de saber evoluir e lidar com a pressão de estar com um dos melhores pilotos da F1 actual, só assim pode aspirar algum dia ser campeão.
Pode ser que se safe, não me parece que seja um piloto fraco psicologicamente mas agora está numa equipa de topo a ver vamos se aguenta a pressão.
Já o vimos a resistir a tentativas de ultrapassagem de pilotos como o Hamilton, o Vettel e o Räikkönen com uma enorme frieza e inteligência, por isso, parafraseando o Dr. Fernando Ulrich, direi: “Ai aguenta, aguenta”.