F1: Três unidades motrizes por época é pouco para Mattia Binotto
Nos últimos GP assistimos a um grande número de penalizações, que afetaram a ordem final da grelha de partida, sendo que em Monza esse problema tornou-se ainda pior com a indefinição da grelha, horas depois do fim da qualificação. O uso do número limitado de Unidades Motrizes está na raiz deste problema e Mattia Binotto considera que se deve repensar o número de unidades por época.
O uso de apenas três unidades por época é sempre muito complicado de conseguir, ainda mais com uma época de 22 provas. Nesta fase do campeonato já todos usaram pelo menos três unidades e são muito poucos os que podem almejar terminar a época sem penalizar por trocar de componentes. Assim, o uso de três unidades apenas por ano poderá estragar o espetáculo.
É verdade que nas corridas com penalizações temos mais animação, com carros fora de posição e este alvo ambicioso exige às equipas encontrarem soluções para garantir a fiabilidade e assim manter os custos e a pegada de carbono mais baixos. Mas, ao mesmo tempo, quase todas as equipas tiveram de recorrer a mais motores, pelo que o objetivo não tem sido conseguido. Mattia Binotto acredita que é preciso repensar este tema e talvez aumentar o número de unidades motrizes por ano.
“Penso que foram demasiadas penalizações em Monza”, disse Binotto. “É difícil para um fã, penso eu, ver um carro na pole e não começar nessa posição porque ele tem penalizações. Talvez as três unidades motrizes para cada piloto não sejam o suficiente nesta fase para o que queremos. Talvez tenhamos também de reconsiderar para a próxima temporada”.
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20 Setembro, 2022 at 10:02
Com tantas corridas, diria 5 PU´s por ano, para evitar as fantochadas de ter um piloto que devia partir dos primeiros lugares partir do fim da grelha.
Pity
20 Setembro, 2022 at 11:15
Tem razão. No mínimo, quatro, uma por cada seis GPs.
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20 Setembro, 2022 at 14:45
Não tem a mínima razão. As premissas eram iguais para todos e nessa optica todos estipularam o que achavam, na perspectiva própria, ser a melhor relação performance/fiabilidade. Este apelo do Binotto não passa do desespero de alguém que calculou mal a capacidade de engenharia/legislação de que dispunha e que sabe que num cenário mais competitivo (…como certamente será o próximo ano…) tem uma grande desvantagem.
simiao jms
22 Setembro, 2022 at 18:49
O porquê de tanta gente “m…. ” Com a Ferrari?