Nos últimos GP assistimos a um grande número de penalizações, que afetaram a ordem final da grelha de partida, sendo que em Monza esse problema tornou-se ainda pior com a indefinição da grelha, horas depois do fim da qualificação. O uso do número limitado de Unidades Motrizes está na raiz deste problema e Mattia Binotto considera que se deve repensar o número de unidades por época.
O uso de apenas três unidades por época é sempre muito complicado de conseguir, ainda mais com uma época de 22 provas. Nesta fase do campeonato já todos usaram pelo menos três unidades e são muito poucos os que podem almejar terminar a época sem penalizar por trocar de componentes. Assim, o uso de três unidades apenas por ano poderá estragar o espetáculo.
É verdade que nas corridas com penalizações temos mais animação, com carros fora de posição e este alvo ambicioso exige às equipas encontrarem soluções para garantir a fiabilidade e assim manter os custos e a pegada de carbono mais baixos. Mas, ao mesmo tempo, quase todas as equipas tiveram de recorrer a mais motores, pelo que o objetivo não tem sido conseguido. Mattia Binotto acredita que é preciso repensar este tema e talvez aumentar o número de unidades motrizes por ano.
“Penso que foram demasiadas penalizações em Monza”, disse Binotto. “É difícil para um fã, penso eu, ver um carro na pole e não começar nessa posição porque ele tem penalizações. Talvez as três unidades motrizes para cada piloto não sejam o suficiente nesta fase para o que queremos. Talvez tenhamos também de reconsiderar para a próxima temporada”.











Com tantas corridas, diria 5 PU´s por ano, para evitar as fantochadas de ter um piloto que devia partir dos primeiros lugares partir do fim da grelha.
Tem razão. No mínimo, quatro, uma por cada seis GPs.
Não tem a mínima razão. As premissas eram iguais para todos e nessa optica todos estipularam o que achavam, na perspectiva própria, ser a melhor relação performance/fiabilidade. Este apelo do Binotto não passa do desespero de alguém que calculou mal a capacidade de engenharia/legislação de que dispunha e que sabe que num cenário mais competitivo (…como certamente será o próximo ano…) tem uma grande desvantagem.
O porquê de tanta gente “m…. ” Com a Ferrari?