O conceito radical da Mercedes, apresentado no W13 entusiasmou muito os responsáveis da equipa, mas a teoria não se replicou no mundo real e o W13 revelou-se num projeto difícil e penoso, estando ainda longe do sucesso nesta época de 2022. A equipa pagou o preço por isso, revelou Toto Wolff.
O responsável da equipa afirmou que a equipa entendeu onde estavam os problemas do monolugar e onde estava a diferença para a Red Bull. Wolff considera que a a equipa austríaca parte com vantagem para a próxima época, apesar de a Mercedes estar mais próxima:
“Acreditamos que compreendemos de onde vem a diferença [para a Red Bull]. Eles vão levar os pontos fortes do carro [para a próxima época] e talvez tenhamos perdido oito a 10 meses em termos de desenvolvimento, porque não conseguimos perceber o que estava errado. Portanto, há definitivamente um desafio. A Red Bull mantém a vantagem em relação a nós. Não creio que sejam bem os três décimos que vimos [no México], mas serão poucos décimos nas próximas corridas. Estamos cada vez mais próximos, em comparação com o ponto onde estávamos no início da época, onde por vezes estávamos com dificuldades para passar da Q1 ou entrar na Q3, o que significa que estamos perto de lutar pela nossa primeira vitória.”
Quanto ao que espera no GP do Brasil, Wolff está moderadamente otimista:
“No Brasil, teremos uma pista em que ambos os nossos pilotos se têm dado normalmente bem e há uma corrida de sprint onde podemos ganhar mais pontos. E quando se tem um carro a poucos décimos dos adversários, pode-se fazer as coisas acontecerem. Mas estamos a jogar a longo prazo aqui, todos nós. Ambos os pilotos estão a pensar a longo prazo, assim como a equipa. É como temos conseguido ganhar campeonatos”.










