Toto Wolff acredita que o calendário da F1 não deve passar dos 21 Grandes Prémios, número de 2018. O dirigente da Mercedes acha que o excesso de provas é stressante para a organização e também para as equipas, isto quando já por várias vezes se falou num aumento para 25 corridas por ano.
“Acho que não deveríamos ir além das 21 corridas, porque isso simplesmente dilui a exclusividade do evento. É algo para que estamos a olhar e a pensar: ‘ok, ótimo, vamos fazer 21 ou mais’, mas, o ano passado, foram 20 corridas e já foi muito difícil para a organização, por isso, é esse número que vemos como limite. É muito difícil para a equipa, porque, não só estamos a fazer 21 corridas, como todos nós temos um dia normal de trabalho também. É muito stressante para a organização e para as pessoas”, disse Wolff.










Pois eu acho que não deviam ir além das 18.
21 é bom número. Tivemos 16 corridas durante muitos anos, e a logística e os transportes eram pouco mais que a idade da pedra, pelo que as 21 corridas não me parecem do outro mundo. Mais que 21 corridas, vai obrigar a um esforço humano, tecnológico e como tal financeiro, incomportável por parte das equipas pequenas, que andariam apenas numa correria de GP para GP, sem recursos para manter a fábrica a produzir novas peças, e muito menos para evoluir os monolugares. Teria que haver uma grande contrapartida financeira por parte da FOM, em vez duma política de contenção de… Ler mais »
Caso queiram ver esta entrevista, é a tal que está no canal de Youtube da Mercedes AMG Petronas Motorsport. Digo isto porque pelos vistos é muito difícil para o Autosport PT dizer qual é a fonte do artigo.
Se não está no código deontológico, pelos menos é uma questão de respeito. É a mesma coisa quando usam imagens para um artigo sem dar crédito ao seu autor.
Mais vale qualidade do que quantidade.