O CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, confirmou que o pagamento de cerca de 166 milhões de euros para as equipas novas que queiram entrar no desporto pode desaparecer, em certas condições.
Este pagamento serve para compensar as equipas já na Fórmula 1 pelas perdas de rendimento, derivado da nova estrutura de receitas do desporto que recompensa todas as equipas, e não apenas aquelas que se situam entre os dez primeiros nas classificações.
Em resposta aa um pergunta do racefans.net, Domenicali indicou que uma renúncia poderia ser aplicada em “casos que precisam”. Após essa resposta, o CEO acrescentou que: “Temos recebido muito interesse por parte de fabricantes que querem perceber o futuro da Fórmula 1. Estou muito contente com isto e já estamos a receber alguns pedidos de equipas e de outras organizações que querem investir na Fórmula 1. Isto só significa que a base e as ideias que temos são boas e beneficiam o futuro da Fórmula 1”.
“Estamos a tentar colocar em prática ideias que sejam atrativas para os novos fabricantes fazerem parte do negócio”, explicou o italiano, acrescentando que os custos do investimento inicial, mais os orçamentos anuais, teriam de “tornar atrativo para qualquer fabricante chegar para produzir um motor ou para fazer parte de uma produção motor/chassis. Assim, o custo será a grande equação sobre a qual precisamos de iniciar a nossa discussão. Essa área não é [atualmente governada] por qualquer tipo de limite de custos, por isso é uma área em que precisamos de ser muito agressivos. Assim que tivermos mais detalhes sobre as discussões, estes serão partilhados”.
Esta taxa inicial é conhecida por ter complicado os planos de numerosas equipas candidatas, incluindo a Panthera. Sobre os comentários do atual CEO da Fórmula 1, o co-fundador da Panthera, Benjamin Durand, afirmou ao racefans.net: ” Agradecemos os comentários do Stefano, mas precisamos de compreender em que circunstâncias a taxa poderia ser dispensada. Estamos atualmente a investigar outras opções, incluindo investimentos em equipas existentes”.










