Lance Stroll não poupou nos adjectivos quando falou da última performance da Williams. Depois vários anos com uma filosofia de pouco arrasto mas consequentemente de pouco apoio aerodinâmico, a equipa resolveu revolucionar a sua forma de pensar o carro e optou por colocar mais downforce na nova máquina. Mas para já, a revolução está a revelar-se dolorosa e pouco proveitosa, dados os fracos resultados e, pior que isso, a fraca competitividade do carro.
Stroll não escondeu o jogo e afirmou que a equipa tem um longo e árduo caminho pela frente:
“Há muitas coisas a serem resolvidas e estamos muito longe de onde queremos estar. A performance no Bahrein foi confrangedora e estivemos 0.4 seg. mais lentos que no ano passado. Perdemos tempo nas rectas, estamos ligeiramente melhor nas curvas, mas não da forma como gostaríamos de estar. É verdade que melhoramos o tempo por volta na Austrália mas ainda é muito cedo para tirar conclusões precipitadas. “
A Williams está a ter um início frustrante e foi das equipas que menos cresceu ao nível da performance este ano. Mesmo a Sauber, outra equipa que mudou radicalmente o carro em relação ao ano passado, já conseguiu chegar aos pontos mostrando uma evolução positiva.











