Assim que se soube que Lewis Hamilton tinha testado positivo à Covid-19 que Stoffel Vandoorne foi convocado para rumar ao Bahrein. Contudo, a decisão da Mercedes recaiu em George Russel, isto claro, depois de ter sido ultrapassadas as conversas com a Williams.
Sem o seu consentimento não poderia acontecer. Portanto, Stoffel Vandoorne foi chamado, mas na cabeça de Toto Wolff a solução era outra, só que ainda não sabia se iria ser possível. Quanto a Vandoorne, admite estar “magoado”.
O belga encaixou o seu papel de piloto reserva com a pilotagem na Fórmula E para a Mercedes e depois de testar o seu carro de Fórmula E em Espanha na terça-feira, Vandoorne voou diretamente para o Bahrein para se juntar à equipa, embora tenha descoberto rapidamente que não iria acrescentar correr: “Primeiro, quero [desejar] uma rápida recuperação ao Lewis Hamilton e espero que ele volte para o carro o mais depressa possível! Na verdade, ninguém o pode realmente substituir! Obviamente, estou desapontado por não ter a oportunidade de pilotar para a Mercedes este fim-de-semana.
Depois de ter passado o ano a viajar para todas as corridas de F1 e de ter dedicado tanto tempo, treino físico, empenho a este programa… dói!
Por outro lado, respeito a escolha de colocar o George Russell no carro.
Ele tem sido um dos pilotos mais destacados e merece plenamente esta oportunidade”, disse Vandoorne, que na F1 até à data, teve como melhor resultado um sétimo lugar.











