Esteban Ocon e Sergio Pérez fizeram apenas o 15º e 16º melhores tempos dos testes de F1 em Barcelona, pelo que já se percebeu que a Force India não está para já na mesma forma com que terminou 2016. Ainda é cedo, é certo, mas o facto de ter sido apenas a sétima equipa (em dez) que menos rodou é sintomático. Muitos pequenos problemas, atrasaram um pouco o programa, mas este primeiro teste serve mais para aprender o carro e confirmar que tudo está como deve.
De resto, com os mesmos pneus super-macios, Esteban Ocon (1m22.509) fez melhor que Sergio Pérez (1m22.534), mesmo tendo andado muito menos voltas. Sergio Pérez cumpriu 121 e Esteban Ocon apenas 86, com o francês a ser o antepenúltimo com menos quilómetros no final da semana: “Foi uma semana positiva, acho que demos um bom passo em frente para entender melhor o VJM10 e encontrar o limite dos pneus. Sinto-me agora mais confiante no carro, já aprendi bastante com ele e a minha preparação está a seguir o plano traçado. Podemos ficar satisfeitos, ganhámos terreno e encontrámos mais ritmo. Espero que na semana que vem estejamos ainda melhor. Já estou otimista para Melbourne, disse Pérez, palavras de circunstância que não encontram eco no que a equipa produziu em pista.
Tom McCullough, Engenheiro Chefe de Corrida disse que afinou pelo mesmo diapasão: “Colocar um novo carro em pista é o fim de um longo processo e trabalho de centenas de pessoas na fábrica e na pista. Estamos contentes com a semana de trabalho, fizemos boa quilometragem apesar dos normais problemas de juventude. Estamos confiantes em ter dado passos importantes no conhecimento do VJM10 e dos pneus Pirelli, e na próxima semana já nos vamos focar mais na performance e em simulações de corrida”











