Para evitar perdas de tempo nestes primeiros tempos que ainda são de adaptação, Sergio Pérez admitiu que tem seguido a afinação que Max Verstappen tem usado.
Com pouco tempo para se preparar, Pérez rapidamente percebeu que seria inútil, tão cedo na época, tentar que o carro fosse mudado para se adaptar melhor:
“Estou a adoptar a abordagem de primeiro preciso de me adaptar ao carro”, disse ele. “Temos um tempo de pista tão limitado com estes carros este ano, com as novas regras de testes e nos treinos livres em que tudo acontece muito rapidamente. É muito difícil fazer qualquer trabalho como costumava ser no treino, onde tínhamos mais tempo. Agora, é realmente um par de saídas para a pista e o dia já acabou. Ao mesmo tempo, tenho uma referência muito forte no Max. Ele está obviamente a usar 110% do carro desde a FP1, até domingo.”
“Por isso, penso que primeiro preciso de chegar a esse nível e depois tentar mudar. Esta é a minha opinião. Não faz sentido seguir outra direção, porque vou-me perder se não for assim. Por isso, estou a trabalhar numa base muito semelhante à do meu colega de equipa”.
“Embora o resultado não tenha sido fantástico em Portugal, o ritmo da corrida foi um bom passo em frente. Mas mais do que isso, foi o entendimento”, disse ele. “Depois, é possível analisar essa corrida e compará-la em muitos aspetos com os líderes, e aprender com isso o que o carro está a fazer, e como posso melhorar o meu ritmo de corrida. Isso é algo que definitivamente fez um bom passo na direção certa”.









