Quando o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 arrancou na Austrália, Sebastian Vettel estava longe de imaginar que teria um ano tão difícil longe do pódio, em particular depois de ter celebrado três triunfos com a Ferrari e subido ao ‘palanque’ por 13 vezes em 2015
No início do ano, os italianos eram claramente a segunda equipa do pelotão, mais atrás da Merecdes do que o esperado, mas ainda assim à frente da Red Bull. Daí que Vettel tenha subido por cinco vezes ao pódio nas primeiras oito corridas do ano, fazendo-o na Austrália, China, Espanha, Canadá e Baku. Mas desde o GP da Europa ganho por Max Verstappen, e que contou com a desistência dos dois Mercedes, o alemão apenas repetiu a graça por uma vez, em Itália, o que se constitui como a pior série de pódios desde 2008, quando enfrentou a sua primeira temporada completa na Fórmula 1 com a Toro Rosso: um em dez corridas.
O sucesso obtido na Red Bull permite-lhe, ainda assim, apresentar uma média muito favorável, subindo ao pódio em 85 dos 175 Grandes Prémios em que participou, o que representa uma percentagem de 48,57%. Ou seja, em cada duas corridas, Vettel garante pelo menos uma subida ao pódio. E mesmo no total de corridas realizadas com a Ferrari (37), não se pode dizer que os 19 pódios obtidos sejam propriamente um fiasco. O problema é sempre a gestão das expectativas, e é aí que, com Arrivabene fortemente pressionado por Marchionne, as coisas começam a dar para o torto, num momento em que em Itália já se fala em saudades de Fernando Alonso…








