Logicamente, Sebastian Vettel e a Ferrari saíram contentes de Melbourne, mas na verdade, não podem, longe disso, estar em êxtase, pois a primeira corrida do ano ‘disse’ uma coisa bem diferente do resultado final:
“Não estamos onde queremos estar”. É desta forma que Vettel resume o que sente neste momento, e explica: “Falta-me ritmo e um pouco mais de confiança no carro. Temos ainda muito trabalho para fazer. O equilíbrio do carro muda entre as séries de voltas, pelo que ainda não o controlo completamente, e não gosto dessa sensação. Não estou a sentir o que preciso e isso torna as coisas complicadas. O carro escorrega-me em zonas em que não quero que o faça e preciso de ter um carro muito preciso quando travar e começar a curvar” disse Vettel, que admite no entanto que “posso viver com isso, mas se ultrapassarmos essa questão, ganho mais confiança”, disse.











Isto traduzido quer dizer o seguinte:
O carro actual dá para mim e para o Raikkonen, mas eu quero que ponham o carro mais como eu gosto e o Raikkonen que se lixe!
Cumprimentos
Apesar de ter ganho cheira-me a ressaca por ter sido batido pelo Kimi. Quando baixarem pressão do turbo no carro do Kimi, o do Vetell deixa de escorregar.
“Ter o Raikkonen a dar-se melhor com o carro é uma beca chato”.