Ross Brawn revelou em entrevista que está a torcer: “dedos cruzados” pela confirmação de Mick Schumacher na Fórmula 1, no próximo ano. Percebe-se, que uma pessoa com as responsabilidades de Brawn ‘torça’ por um piloto, pois não há ninguém que não compreenda que no contexto e que se viu colocado, quase há sete anos, o seu pai Michael, ter Mick Schumacher na F1 será uma espécie de “atenuar de dor”.
Ainda por cima, e muito importante, o jovem alemão tem feito bom uso dos bons genes que tem para a competição, e está prestes a vencer a Fórmula 2. O que como se calcula, não é para qualquer um.
A Ferrari já confirmou que Mick Schumacher está “no bom caminho com outra equipa” e Ross Brawn, que trabalhou de perto com Michael Schumacher na Ferrari e na Mercedes, está contente com o desfecho que se configura: “Tem sido fascinante vê-lo crescer. Nas duas últimas temporadas, tem sido muito promissor. Não sabemos como se irá sair na Fórmula 1, mas ele é incrivelmente maduro e equilibrado. Eu estou otimista, ele tem todas as qualidades e aptidões para a F1.
É óbvio que tem muita pressão sobre ele, não há dúvidas quanto a isso, mas até agora tem conseguido sair-se bem. Por exemplo, o Nico Rosberg conseguiu-o, claro. Ter um campeão mundial como pai é um legado muito pesado, mas vou manter os dedos cruzados por ele” disse Brawn, que reforça o óbvio: “Ninguém na Fórmula 1 colocaria alguém num carro sem que tivesse o talento necessário, mas claro que um nome como este abre algumas portas”, disse Brawn.










