Ross Brawn defendeu os esforços da Fórmula 1 para tentar realizar o Grande Prémio da Austrália e explicou o cancelamento do mesmo.
“Nós temos um grande impacto na economia local, e isto também tem impacto na nossa própria economia. Olhamos para toda a situação e quando nos preparamos para seguir com a corrida a situação era muito diferente.”
“O expandir repentino do problema surpreendeu-nos. Como no exemplo da Itália, ninguém podia esperar que tivéssemos previsto isto.”
“Falei com o Mattia Binotto muitas vezes nas últimas semanas e ele tem mudado muito com o que viu em Itália. Estavamos à espera de correr para trazer uma boa corrida e algum alívio em tempos difíceis.”
“Quando surgiu o caso de uma das equipas [McLaren] não poder correr aqui tivemos logo que tentar resolver o caso.”
Com o presidente da FIA, Jean Todt, na Europa, e o CEO da Fórmula 1, Chase Carey, a viajar para a Austrália depois de discutir a crise no Vietname, Brawn admitiu que foram horas muito difíceis e que o tempo demorado foi o necessário para conseguir consultar todas as identidades para chegar à conclusão acertada.
“Tivemos muitos problemas para tratar. Tivemos de reunir as equipas e isso demora tempo. Não podemos tomar decisões com base em apenas um factor, temos de tomar todos os factores em conta. Foi um período extenuante e considero que conseguir lidar com tudo em 12h foi muito importante.”












