A informação não vem da casa francesa, mas de um dos seus principais parceiros: a Red Bull revelou que o motor da Renault tem menos 47 cv do que a Mercedes, o que explica parte da diferença de andamento da equipa de Milton Keynes. Christian Horner mostra-se, no entanto, confiante de que a diferença pode ser reduzida, até porque esta já foi muito maior:
“Penso que a Renault tem feito enormes progressos e que há mais na linha de produção. Por isso penso que há mais pelo caminho. Novamente, é como o motor funciona em harmonia com o chassis”, disse o dirigente da Red Bull, com a equipa, a exemplo de anos anteriores, a contar com um dos melhores carros do plantel.
“Sabemos que estamos 35 kilowatts (46.9 cv) atrás . É o que a Renault nos diz, e sabemos que planos estão já me marcha para reduzir essa diferença”. No entanto, estas declarações parecem algo contraditórias, tendo em conta que a casa francesa confessou no GP a Hungria que dificilmente introduziria novos ‘upgrades’ esta temporada, preferindo focar-se no desenho do carro de 2017.
Horner acredita, todavia, que as melhorias no motor podem surgir mais para o fim do ano com base na sua optimização:
“Temos combustível, alguns ajustes nos mapas e na forma como a potência é entregue, portanto penso que existe, em definitivo, mais performance que pode ser extraída. Estamos confiantes que ela pode surgir com a melhoria dos nossos processos”, concluiu.












