Sergio Marchionne já admitiu que a Alfa Romeo poderá regressar à F1 através das atuais equipas-cliente da equipa de Maranello, Sauber e Haas com um ‘rebranding’ dos motores Ferrari. O presidente da FIAT Chrysler (FCA) expressou essa vontade, seguindo o exemplo da Red Bull, que utiliza motores Renault com a denominação TAG Heuer, por via do seu acordo comercial com a Aston Martin.
Ao jornal italiano Gazzetta dello Sport Marchionne referiu que a intenção da FCA é “poder restaurar o nome” da Alfa Romeo, “como marca desportiva que é”. E nesse âmbito é importante “considerar o regresso à Fórmula 1”. Muito “provavelmente com uma colaboração com a Ferrari”. Isto confirma a ideia que está em causa uma grande jogada de ‘marketing’ por parte do grupo automóvel sediado em Turim.
Convém lembrar que a Afla Romeo não compete na F1 desde 1988, e nessa altura já apenas como motorizadora (Osella), sendo que a sua última vitória data de 1978, então no ‘dorso’ de um Brabham guiado por Niki Lauda, numa temporada em que venceu três grandes prémios.









Refira-se que a vitória de 1978 em Andestorp, foi não só a última, mas também a única desde que regressou à F1 em 1976 com o Flat 12 3.0 derivado do motor de sport-protótiposcom na traseira do Brabham BT45. Essa vitória aconteceu com o Brabham BT46B “Aspirador”, que foi de imediato banido, porque a turbina que alegadamente servia para extrair ar quente dos radiadores, era na verdade uma forma de sugar o ar debaixo do carro, criando um efeito de solo artificial. Uma “habilidade” de Gordon Murray logo autorizada apesar de ilegal, pelo então patrão da Brabham, Oncle Bernie. Para… Ler mais »
Seria interessante, embora só como fornecedora sabe a pouco (ainda para sendo um rebranding de outro motor), mas é um começo… Quero ver o quadrifoglio outra vez na F1.