A publicação do Instagram da Renault deixa apenas uma pista, mas a ‘internet’ já ‘rebentou’ de entusiasmo… ao contrário! Podem estar de regresso os horríveis narizes dos Fórmula 1 vistos em 2014, e que depressa foram abandonados depois de vários responsáveis de Marketing se terem ameaçado demitir-se. Brincadeiras à parte, parece ser mesmo uma hipótese, mas resta esperar para ver a partir de 21 de fevereiro (se nenhuma outra equipa anunciar antes) o que irá acontecer.












Não culpem a Renault, mas sim os regulamentos que permitem fazer-se essas estruturas para canalizar o ar para a asa da frente gerando mais pressão aerodinâmica. Muito feio, mas nem todos seguem essa filosofia, ou pelo menos fazem-no de outras formas.Era facílimo acabar com isso. Bastava estar explicito no regulamento. Que têm centenas de páginas para criar confusão e podia ter menos e ser mais específico e concreto. Táctica importada da política e do direito !
O propósito dessas estruturas nunca foi canalizar ar para a asa da frente, mas sim, contornar o novo regulamento que não permitia os “narizes” altos. Este desenho permite uma quantidade muito maior de ar no difusor traseiro e não na asa dianteira…
“foram abandonados depois de vários responsáveis de Marketgin se terem ameaçado demitir-se”?? Mas que mentira é essa?? Foram abandonados porque o regulamento não permite!
Incrível! Gastaram horas e horas das suas preciosas vidas a elaborar regulamentos complexíssimos e esqueceram a simples realidade de que as pessoas não querem ver carros feios. Não devia ser assim tão difícil impedir a proliferação destes narizes. Diga-se, em abono da verdade, que a culpa não é só dos regulamentos. Os Mercedes nunca tiveram frentes como estas e ganharam tudo o que havia para ganhar, e o Ferrari de 2015 ganhou três GPs com uma frente bonita. É mais a falta de inventividade dos engenheiros. Esta solução não é necessariamente um passaporte para a vitória, mas é provavelmente a… Ler mais »
Primeiro ponto, feio e o bonito é muito relativo. Para mim por exemplo, o Ferrari de 2015 é extremamente feio, então aquela frente é horrorosa. Mas como disse, é relativo. Quanto à falta de inventividade dos engenheiros é tudo menos verdade. Eles estão lá para fazer a solução mais eficaz, não a mais bonita! E lá porque a Mercedes ganhou tudo o que tinha para ganhar não significa que a solução encontrada por eles na frente tenha sido a mais indicada. No mínimo era a mais difícil de conceber, recordo que mesmo para uma equipa como a Mercedes, foram necessários… Ler mais »
Isso é o que nós, adeptos que apreciam os aspectos técnicos da F1, pensamos. Não é o que pensam as pessoas que ligam casualmente para um canal onde está a ser transmitido um GP. Estas últimas são capazes de se rir de narizes como o dos Ferrari e Williams de 2016. Às vezes é preciso pormo-nos no lugar dos outros em vez de assumir que toda a gente pensa como nós. Se eu mostrar uma fotografia do Ferrari de 2016 – ou do McLaren, ou do Williams, não vem ao caso – a uma pessoa que não acompanha a F1,… Ler mais »
Mas a F1 e qualquer outra disciplina deve agradar aos adeptos ou a qualquer um? Recordo que ninguém consegue agradar a gregos e a troianos. O facto de o mais comum dos mortais não gostar do desenho até pode ser uma vantagem… Lembro que também mais vale poucos e bons do que muitos e maus.
Quantos aos recursos…bem, a Williams não tem recursos para tal, e a Ferrari teve um 2014 tão mau que teve de repensar o carro todo. O mesmo se aplica à McLaren.
Já percebi que só quer contrariar.
Se gosta de carros feios, o problema é seu. Aposto que conduz um Dacia Sandero…
Gostos não se discutem. Ponto final.
O carro que conduzo não conta para argumentação. Quando se acabam os argumentos normalmente desvia-se a conversa…
A não ser que a Renault esteja a fazer um bluff brutal, pelo menos a frente dos Renault vai mesmo ter este desenho, o que é desapontante. Isto não faz com que o carro seja obrigatoriamente feio, mas numa altura em que se voltam a mudar as regras do jogo com o suposto objectivo de agradar aos fãs, isto é exactamente o oposto, é o regresso a umas das principais razões que afastou tantos adeptos. Se calhar não vamos ter assim carros tão interessantes como estávamos á espera…
Não é para tanto drama, mas tudo bem, fálico eram os narizes dos Mclaren, Toro Rosso e etcs em 2014. Este é apenas um pequeno acrescento como tiveram os RB e outros, não é assim tão feio para fazerem já uma revolução.
Independentemente das frentes, barbatanas etc, os carros este ano vão ser realmente mais agradáveis à vista, essencialmente por serem mais largos, menos atarracados entenda-se. Recordem que estes monolugares tinham 1.80 de largo (um utilitário tem isso !), e mais de 5 m de comprido ! Era bastante inestético. (Muito compridos e muito estreitos). Os olhos é que se habituam como se costuma dizer. Este ano vão ser mais bem proporcionados. Note-se que os F1 nos anos 80 e inícios dos 90 chegavam aos 2.15 de largo, embora fossem substancialmente mais curtos entre eixos que os actuais. Uma das poucas coisas… Ler mais »
Mas esses narizes nunca foram abandonados. Olhe-se a Ferrari e a Williams neste ultimo ano.
E a Mercedes é que se ri no fim, quando opta por fazer narizes “normais”.
De normal o nariz da Mercedes tem muito pouco…
Explique onde está a anormalidade do nariz da Mercedes.
Primeiro, é só o nariz mais curto do plantel.
Segundo, foram necessárias muitas horas e muitos testes de impacto para construir uma estrutura inovadora que permite cumprir os regulamentos nas duas questões principais: deformação máxima ao impacto e absorção máxima de energia nos primeiros 150mm.
Terceiro, possui canais internos inovadores que funcionam segundo o mesmo princípio do S-duct desenvolvido inicialmente pela Sauber.
Por tudo isso e mais outras coisas como por exemplo o sistema de fixação da asa, dizer que o nariz da Mercedes é normal é tudo menos verdade…