Foram os carros mais rápidos no Bahrein e apenas não ganharam com uma ponta de azar, mas a Red Bull não vai facilitar e o programa de desenvolvimento do chassis deste ano já vai dar frutos.
A equipa irá introduzir em Imola, segunda corrida do ano, melhorias no seu RB16B:
“Temos alguns desenvolvimentos prontos para Imola e para as corridas seguintes”, disse o Engenheiro Chefe da Red Bull, Paul Monaghan. “Temos um carro rápido e 22 corridas. Precisamos que este carro vá para a pista e não tenha soluços. Vamos colocar o máximo de performance no carro que pudermos por Imola. O nosso destino está nas nossas mãos, e não podemos influenciar o que Mercedes, McLaren, Ferrari e todos os outros vão fazer. Portanto, temos de nos manter concentrados. Identificámos algumas áreas onde o carro pode ser melhorado e vamos concentrar-nos nelas.”“Temos de desenvolver o carro. Temos de o tornar à prova de bala”, explicou Monagahan. “Temos de dar ao Max e ao Checo um bom carro para Imola, Espanha e Portugal e Mónaco e onde quer que vamos. Não se trata apenas de ir a Imola, mas sim de ganhar para dizer ‘ bem, agora podemos lutar para ser campeões’. Vai ser uma longa luta durante uma longa temporada. Aqui não se ganha nem se perde. Há um sentimento de desilusão na garagem, que é sentido por todos. Mas temos um carro rápido, temos pilotos fantásticos e temos uma grande equipa. Todos estão conscientes de que vamos ser um desafio até ao fim”.
Foram os carros mais rápidos no Bahrein e apenas não ganharam com uma ponta de azar, mas a Red Bull não vai facilitar e o programa de desenvolvimento do chassis deste ano já vai dar frutos.
A equipa irá introduzir em Imola, segunda corrida do ano, melhorias no seu RB16B:
“Temos alguns desenvolvimentos prontos para Imola e para as corridas seguintes”, disse o Engenheiro Chefe da Red Bull, Paul Monaghan. “Temos um carro rápido e 22 corridas. Precisamos que este carro vá para a pista e não tenha soluços. Vamos colocar o máximo de performance no carro que pudermos por Imola. O nosso destino está nas nossas mão, e não podemos influenciar o que Mercedes, McLaren, Ferrari e todos os outros vão fazer. Portanto, temos de nos manter concentrados. Identificámos algumas áreas onde o carro pode ser melhorado e vamos concentra-nos nelas.”
“Temos de desenvolver o carro. Temos de o tornar à prova de bala”, explicou Monagahan. “Temos de dar ao Max e ao Checo um bom carro para Imola, Espanha e Portugal e Mónaco e onde quer que vamos. Não se trata apenas de ir a Imola, mas sim de ganhar para dizer ‘ bem, agora podemos lutar para ser campeões’. Vai ser uma longa luta durante uma longa temporada. Aqui não se ganha nem se perde. Há um sentimento de desilusão na garagem, que é sentido por todos. Mas temos um carro rápido, temos pilotos fantásticos e temos uma grande equipa. Todos estão conscientes de que vamos ser um desafio até ao fim”.










