Os testes não têm sido muito profícuos para a Red Bull nos últimos anos, a equipa de Milton Keynes tem, historicamente, tido problemas na fase inicial dos campeonatos e batalhado por uma compreensão precoce do seu monolugar, mas a relativa estabilidade nos regulamentos deste ano, parece ter jogado a seu favor, com a equipa a rodar muito e a andar depressa: “Tem sido muito bom. Tivemos dias muito positivos. Podemos fazer muitas voltas, embora as condições da pista fossem bastante difíceis no primeiro, muito quentes, muito vento, e claro que sabemos que a degradação nesta pista é bastante elevada e que não é fácil fazer muitas voltas seguidas.
Mas estou muito feliz, não vale muito a pena falar de ritmo, mas gostei do carro e é sempre muito positivo iniciar o teste dessa forma”.
Contudo, nem tudo foram rosas. A espetacular ‘explosão’ do capot motor na reta principal, quando Sergio Perez saía do slipstream do Williams de Nicholas Latifi foi estranha, embora tenha surgido depois do mexicano ter completado uma simulação de corrida completa, incluindo paragens nas boxes, o que foi particularmente importante dado que o mexicano está ainda a adaptar-se ao seu novo ambiente: “É evidente que não temos andado a perseguir tempos por volta, pelo que não há conclusões reais a tirar da folha de tempos global. No total, três bons dias de testes”, disse. Seja como for, ficou claro a todos que a Red Bull é para já a equipa líder em termos de ritmo, mas em stints curtos, com a Mercedes, McLaren e Alpine apenas uma fração de tempo mais atrás. Para já, tudo parece muito encorajador para a Red Bull.











