F1, Red Bull: ‘Caso Horner’ sem fim à vista

Por a 16 Março 2024 16:05

A controvérsia em torno das alegações de comportamento impróprio de Christian Horner continua, uma vez que a funcionária da Red Bull que também está no centro deste episódio terá decidido recorrer da decisão da equipa em ilibar o chefe de equipa. 

A funcionária, que apresentou as alegações no início de fevereiro, exerceu o seu direito de recurso depois da Red Bull ter ilibado Horner de qualquer má conduta na sequência de um inquérito conduzido por um advogado externo à organização.

De acordo com a BBC, a acusadora está agora a pedir formalmente à Red Bull que reconsidere a sua decisão inicial, o que indica que a controvérsia está longe de ter terminado. Se a equipa voltar a rejeitar o seu recurso, a funcionária poderá explorar outras opções contra a Red Bull e Horner no sistema judicial britânico. 

Ainda segundo a mesma publicação, uma queixa terá sido enviada para o gabinete de ética e conformidade da FIA a 2 de fevereiro e fazia referência direta ao comportamento de Horner em relação a uma funcionária.

A situação tomou um novo rumo quando uma série de mensagens privadas, alegadamente relacionadas com o caso, foi divulgada, pouco depois da Red Bull ter anunciado o resultado do inquérito. 

Apesar da crescente pressão no sentido da transparência, a Red Bull tem mantido a confidencialidade relativamente aos pormenores do caso e às conclusões da investigação.

Foto: Dan Istitene/Getty Images/Red Bull Content Pool

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7 comentários

  1. Alexandre Manuel Nunes

    16 Março, 2024 at 19:31

    Não percebo porque é que a imprensa portuguesa continua a enevoar o que se passou realmente com Horner. A melhor imprensa estrangeira já divulgou o motivo de toda esta celeuma. Assédio sexual. Não percebo porque é que continua a mesquinhez portuguesa em tratar o assunto pelo nome. Sejam diretos. Será um pretenso machismo na área do desporto automóvel ? Ridículo…

    • Pity

      16 Março, 2024 at 20:27

      Pode afirmar com certeza que é isso? É muito provável que seja, mas não é porque alguma imprensa o afirma que é, obrigatoriamente, verdade. Talvez por isso, o Autosport seja cuidadoso no seu texto.

    • Pedro Vasco

      18 Março, 2024 at 10:22

      A “IMPRESA portuguesa é “podre” tem muitos maus profissionais.

    • Thor

      19 Março, 2024 at 12:19

      Tenho cá para mim, que devias ler era o CM, Marias e afins. Lá é que poisam as Mayorgas e outras “pistol€iras”. Aqui é mais carros😁

  2. Lisboa

    17 Março, 2024 at 12:31

    Acho que ainda existe maltinha que não sabe a diferença entre assédio sexual e “sextexting”.

    Já li as mensagens do Horner, estão na net para quem quiser ler.

    Assédio puro e duro, não li lá nada, agora mensagens parolas de um homem para uma mulher mais nova, então aí sim, há muito para falar.

    Ele dizer que adora a ver com uma determinada roupa e conteúdo similar e ela a enviar fotos de volta, não é assédio.

    A própria mulher do Horner, a ex-Spice Girl, que também leu as mensagens, disse que a coisa mais triste naquilo tudo, era o marido não ter nenhum jogo de sedução.

    Assédio, seria ele dizer, “ou me envias fotos de ti nua, ou és despedida”. Isto sim, é assédio.

    Se é uma atitude triste para um homem casado fazer, é, mas por enquanto enviar mensagens CORRESPONDIDAS a outra mulher na situação matrimonial do Horner não é crime, é apenas triste.

    Para mim, não passa de uma tremenda caça às bruxas por parte de alguns interessados em tirar o Horner da Red-Bull, da mulher envolvida que quer tirar dividendos financeiros desta situação, apesar de ela ter sido uma participante correspondente e dos mídia que querem ter views nas suas páginas online para recolher mais uns trocos da publicidade através dos clicks que geram.

    O Horner é só mais um “velho” baboso, apenas isso.

    Pior figura faz e já FEZ a F1, ao ir competir em países onde as mulheres têm poucos direitos e inclusive a homossexualidade é considerada crime, passando por países governado por déspotas totalitários, onde democracia é apenas uma palavra que nem no dicionário aparece.

    • Pity

      17 Março, 2024 at 14:51

      Analisando alguns pontos do seu comentário:
      “Ele dizer que adora a ver com uma determinada roupa e conteúdo similar” .Há mulheres que se vestem, para ir para o emprego, como se fossem para uma festa, o que desperta o lado “atiradiço” (para não dizer outra coisa) de certos homens, geralmente mais velhos. Assisti a vários casos desses na empresa onde trabalhei.

      Pior figura faz e já FEZ a F1, ao ir competir em países onde as mulheres têm poucos direitos e inclusive a homossexualidade é considerada crime,…” É verdade, mas ao competir nesses países, já abriu uma brecha nesses direitos. Na Arábia Saudita, por exemplo, ainda há meia dúzia de anos, as mulheres nem sequer podiam conduzir, agora, até já podem competir. Vimos isso na corrida da F1 Academy, onde tinham uma piloto local, fraquíssima por sinal, mas tinham É muito pouco, mas é um começo. Eu que sou optimista por natureza, acredito que o desporto pode ser o “cavalo de Troia” para a melhoria dos direitos humanos nesses países.
      Posto isto, resta-me dizer que concordo com o seu comentário.

  3. Pedro Vasco

    18 Março, 2024 at 10:19

    É um assunto complexo que estravazou cá para fora o que não devia porque a imagem de Horner e da marca já não era muito abonatória… Por detrás de qualquer profissão tem uma pessoa que tem ou não carater , valores éticos e morais, decência, educação etc… Acho que Horner da forma como gere e aparece ao público dá essa imagem negativa… A “Impresa” portuguesa tem muto jornalista com as mesmas caracteristicas de Horner , são parciais, e não cumprem o código deontológico e muitas vezes com o poder que tem destruem muitas vidas de uma forma cobarde e injusta…A nivel juridico qualquer cidadão tem por direito a “Presunção de Inocência” por isso que falar deste assunto sem elementos seguros é pura especulação… As mgs por si só não tem nada de ofensivo mas demonstra uma intimidade extra trabalho, agora não sabemos se existe mais para além do que sabemos… Não falem… O assutno a ser falado é um julgamento popular onde o inocente passa por culpado… Não gosto de Horner mas temos que ter cuidado para não haver injustiças graves…A senhora se acha ofendida que meta o caso na justiça e que seja punido quem o tiver que ser… Prefiro falar de F1 . não comento mais este caso.

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