Ralf Schumacher lançou um pouco mais de lenha para a fogueira da especulação em torno do sucessor de Lewis Hamilton na Mercedes, colocando o nome de Sebastian Vettel entre as opções para a equipa de Brackley. O antigo piloto e agora comentador televisivo afirmou à Sky que Vettel estará interessado em regressar à Fórmula 1.
“Ouvi dizer que Sebastian Vettel quer voltar a conduzir um carro”, foi assim que Schumacher, em declarações à Sky alemã, sugeriu o nome do tetracampeão do Mundo de Fórmula 1. “Viram o que aconteceu no mercado de pilotos depois de Lewis Hamilton se ter mudado para a Ferrari, isso desencadeou algo”.
Ralf Schumacher já tinha sugerido o seu sobrinho, Mick Schumacher, para substituir o britânico, que deixará a Mercedes no final da temporada que se inicia esta semana. Nessa altura, num artigo de opinião, Ralf Schumacher escreveu que não haveria “tantos candidatos” quanto se pudesse pensar e que se George Russell “não cometer nenhum erro, é certamente capaz de seguir os passos de Lewis e liderar a equipa. A questão agora é saber se se opta pela experiência ou se se traz gente nova e jovem”.
No entanto, desta vez o alemão questionou a capacidade do mais jovem piloto britânico da dupla da Mercedes. “Se George Russell tem o carisma necessário para substituir Lewis Hamilton a nível mundial em termos de marketing ou Sebastian Vettel, piloto alemão na Mercedes… isto é provavelmente demasiado para ele [Russell]”.











O Ralf sabe lá o que diz!
De qq forma, cá por mim seria um risco enorme a Mercedes apostar no Vettel: se fosse o Vettel da RB, ou dos 1ºs tempos da Ferrari, muito bem; o Vettel dos últimos anos, nem pensar, valeria mais a pena apostarem num jovem, ou mesmo num dos experientes do meio do pelotão actual.
Seri interessante apostar no Mick Schumacher se resultasse seria um enorme sucesso…o contrário…bem voltaria para Alpine Hypercar, nada mau nada mau!!
O Vettel teria certamente alguma valia para a Mercedes. Antes de mais, porque é um pluricampeão do mundo, factor que faria com que a transição da era Hamilton fosse menos abrupta (até porque o George Russell não parece ter o tipo de mentalidade necessário para tornar uma equipa vencedora). Depois, porque é conhecida a sua ética de trabalho, com as lendárias reuniões com a equipa técnica em que as questões do comportamento do carro eram debatidas durante horas até ao mais pequeno pormenor. A Mercedes ia apreciar este aspecto, que na Ferrari era visto como uma ingerência nos assuntos dos… Ler mais »