A Williams teve no ano de 2018 a pior prestação da sua história na F1, ao ser 10ª, e última classificada. Depois de tão grande trambolhão, espera-se este ano uma reação enérgica, mas a espiral negativa em que a equipa está não vai ser fácil de reverter…
Em 2017, o regresso de Paddy
Lowe como diretor técnico, já se deu demasiado tarde para afetar
verdadeiramente o FW40, que comparativamente ao seu antecessor, somou
apenas 83 pontos, face aos 138 do ano anterior nas mãos do veterano
Felipe Massa e do estreante companheiro de equipa Lance Stroll.
Mas
as coisas iriam piorar bem mais em 2018, algo a que não esteve
alheio também a dupla de pilotos, Lance Stroll e Sergey Sirotkin. O
ano da Williams ficou logo claro para a maioria nos testes de
Barcelona. Enquanto a Mercedes melhorou 0,910s, o ganho de uma época
para a outra, a Williams melhorou apenas 0,231s, uma enormidade. O
carro nasceu muito mal e a equipa nunca foi capaz de recuperar, algo
que também foi exponenciado devido à sua inexperiente dupla de
pilotos. Esta não é uma performance que qualquer adepto de Fórmula
1 queira ver de uma equipa com o pedigree da Williams.
Este ano com Robert Kubica de volta à grelha, naquela que é a sua primeira temporada na F1 desde 2010, e o campeão de Fórmula 2, George Russell, como seu companheiro de equipa, espera-se mais, mas as dúvidas são grandes. É difícil que falhem com tanta veemência o desenho do carro, como sucedeu em 2018, mas nunca se sabe, pois a Williams tem muito mais para crescer que os adversários…











