As equipas de Fórmula 1 já está na posse da sua primeira amostra oficial de um combustível sustentável, que a FIA desenvolveu para utilização na Fórmula 1 nas próximas épocas. A partir de 2022, a FIA pretende que o combustível utilizado pelas equipas e fabricantes contenha 10% de bioetanol, com essa percentagem a aumentar gradualmente de ano para ano até que o combustível seja totalmente sintético, até 2025: “Desenvolvemos este protótipo porque queríamos descobrir por nós próprios quais as diferentes tecnologias existentes no mercado e como estão disponíveis”, começou por dizer o responsável pelos motores na FIA, Gilles Simon que já sabe ser possível ter combustíveis destes em dois anos: “O protótipo que desenvolvemos não é perfeito, mas cumpre os requisitos físicos para um motor de Fórmula 1”, disse à Auto Motor und Sport.
Cada equipa de F1 recebeu 200 litros do protótipo de combustível, e agora é tempo de testarem nos bancos de ensaio, ficando logo aí a perceber as diferenças para o combustível que normalmente utilizam. Daqui a algum tempo haverá resultados. Espera-se alguma quebra de potência, mas há tempo para trabalhar nos motores e combustível até 2025. O caminho está a fazer-se e esta aposta da F1 nos combustíveis sintéticos, se resultar, pode ‘esvaziar’ a eletricidade, deixando da tornar tão premente.










