É uma questão quem vem ganhando cada vez mais peso e que depois da polémica da Arábia Saudita ganhou novo impulso. Os pilotos querem estar mais envolvidos e ter mais influência nas decisões da F1.
Esta questão começou a ganhar relevo nas discussões para os novos regulamentos que entraram este ano em vigor. A GPDA (Associação de pilotos de GP) teve um papel muito ativo na discussão das novas regras que definiram o pacote aerodinâmico para esta nova era. Mas os pilotos querem estar envolvidos noutro tipo de decisões.
Sendo a cara do desporto, é legítimo que os pilotos pretendam ser ouvidos pois a mensagem que a F1 quer passar depende deles e da sua imagem. A sua exposição cria mais valias e, assim sendo, as decisões que o desporto toma refletem-se sempre nos próprios pilotos. Como tal, a vontade dos pilotos quererem falar com os chefes de equipa com a F1 e com a FIA é um sinal claro que pretendem ser uma voz ativa no processo de decisão para o futuro do desporto. Não é novidade, mas é provável que depois dos desenvolvimentos do último fim de semana, essa mudança já iniciada, se torne ainda mais vincada.













Têm razão, afinal de contas, os artistas são eles.
Nao concordo.
Ja alguem aqui esteve a frente de uma equipa? Seja de marketing,construcao civil ou de apanha bolas??
Quem ja teve sabe que nao.
Que a opiniao seja ouvida e tomada em consideracao sim.
Mas terem uma palavra forte na opiniao nao.
Ainda por cima quando sao representados por um piloto que anda la ha dois dias e nem sabe e percebe nada de f1.
Mas vamos gostar bues dele porque depois de bater com carro envia uma carta a pedir desculpa a toda equipa….
Tenho sempre em consideração opiniões de quem usa palavras como “bues” (é o que quem já liderou equiipas usa). Já agora fiquei a saber que o representante diz o que quer e não o que todos os pilotos decidiram.
Quanto a questao do representante, voce escolheria o seu vizinho que mora a dois dias na sua rua para representar a sua rua numa reuniao camararia??? Eu prefiro o vizinho que ja la morava antes de eu ir para la.
Ja agora, nao interessa o que faço ou fiz, nem se liderei lidero pessoas ou nao.
Mas sei que dizer uma palavra diferente uma vez por festa faz com que as pessoas mudem o chip.