A época de Pierre Gasly começou como um sonho tornado realidade. A chegada à Red Bull fazia-o sonhar com pódios, e vitórias, mas depressa esse sonho virou um pesadelo.
As prestações do francês na Red Bull nunca convenceram e foi despromovido para a Toro Rosso, por troca directa com Alex Albon. Foi um golpe tremendo mas Gasly soube responder e tem estado muito bem desde que foi despromovido. Gasly admitiu que não atingiu o potencial todo na Red Bull:
“Como piloto, nunca nos esquecemos de como guiar em semanas, ou meses ”, disse Gasly em uma entrevista antes do Grande Prémio do Brasil. “Entre Budapeste e Spa, acho que passaram quatro semanas. Também não se aprende a pilotar novamente em quatro semanas. Ganhei a Fórmula Renault 2.0, terminei em segundo na (Fórmula Renault) 3.5, venci na GP2, terminei em segundo na Super Fórmula, estive forte na Toro Rosso no ano passado. E na minha carreira, foram apenas estes seis meses em que não fui competitivo. É por isso que eu disse que percebi o quanto a F1 é um desporto de equipa nos últimos dois meses. Eu sinto que estava longe de todo o potencial.“
“É uma pena que não tenha feito essa oportunidade funcionar, porque acho que tinha todas as coisas necessárias para o conseguir”.
“Como piloto, queremos sempre estar no carro mais rápido possível e lutar o mais alto possível no grid”, disse ele. “Mas na Red Bull parece que apenas tirava 80% do potencial que tínhamos na maioria das corridas, por diferentes razões. Desde que entrei na Toro Rosso, isso mudou um pouco e todo fim de semana sinto que sou capaz de apresentar performances mais fortes. Claro que isso é mais agradável. Mas, em última análise, como piloto , quero sempre o carro mais rápido possível.”










