Pascal Wehrlein chegou à Fórmula 1 depois de ter vencido o DTM, mas esta hipótese vai deixar de existir para os pilotos protegidos pela Mercedes, uma vez que a marca alemã vai sair do DTM em 2018, para entrar na Fórmula E na temporada 2019/2020. Wehrlein seguiu os passos de Christijan Albers e de Paul di Resta ao mudar-se do DTM para a Formula 1, enquanto Esteban Ocon, da Force India, também esteve no DTM com a Mercedes.
Wehrlein recorda que o Campeonato Alemão de Carros de Turismo era uma forma menos ortodoxa de ascender à disciplina máxima do automobilismo: “A Mercedes dava a oportunidade do DTM antes de subires à Fórmula 1, o não é a maneira normal. Começamos pela Fórmula 4, Fórmula 3, Fórmula 2 e chegas à F1. Normalmente é assim. No meu caso não foi possível chegar ao GP2 (agora F2). Não tinha um milhão e meio e tive de decidir o que fazer depois da F3. Apareceu a oportunidade do DTM com a Mercedes a pagar-me em vez de estar a gastar dinheiro em mais um ano da F3. Sabia que se estivesse bem teria uma boa oportunidade de chegar à F1, e felizmente aqui estou eu. Agora a Mercedes vai ter de colocar os seus pilotos na Fórmula 3 e na F2. Eles perderam esta segunda via”.










