Depois da saída de Cyril Abiteboul, a Renault ficou sem um diretor. Esse papel vai ser dividido entre Marcin Budkowski e Davide Brivio.
O polaco que transita da estrutura da Renault será responsável pela área mais técnica com o desenvolvimento do carro deste ano e do próximo sob a sua supervisão, tal como o desenvolvimento da unidade motriz. Pat Fry (chassis) e Remi Taffin (motor) manterão os cargos de diretores técnicos, respondendo a Budkowski. Já Brivio será responsável pela parte mais desportiva e pela operação em pista.
Tanto Brivio como Budkowski estarão sob a supervisão de Laurent Rossi, CEO da Alpine que por sua vez responderá a Luca de Meo, CEO do grupo Renault.
“Os dois trabalharão em conjunto para extrair o melhor do carro que está a ser concebido em Enstone para o colocar na melhor posição possível no futuro”, disse Rossi, que foi promovido a um papel que se esperava que a Abiteboul assumisse. “O resto das equipas estão a manter as suas estruturas existentes para Marcin em Enstone ou para mim próprio em Viry”.
Este é um novo esquema de organização que não é muito comum na F1, Só o tempo dirá se os frutos desta nova hierarquia serão os desejados.











