O aspeto financeiro não será o verdadeiro entrave no acordo entre Lewis Hamilton e a Mercedes. Outros aspetos têm mais importância para o piloto, com um em especifico.
O piloto britânico pretende ter liberdade para continuar a aprofundar outros interesses paralelos à F1, como a moda:
“Quando entrei para a equipa, abri portas para poder fazer coisas como a minha parceria com a Tommy Hilfiger”, disse Hamilton à Sky Sports. “Se não tivéssemos essa discussão, a Tommy não faria parte da nossa equipa, não seria capaz de fazer as grandes coisas que estou a fazer.”
“Então, são apenas pequenos pormenores que precisamos ajustar aqui e ali, que permitam essas coisas, que não me tiram o objetivo principal, que é conquistar títulos mundiais. Todos os anos a sua vida muda e o plano para os próximos cinco anos é sempre diferente. Obviamente, vou entrar no meu último período no meu desporto e, é claro, quero maximizar isso financeiramente, mas o mais importante são os resultados.”
“É sobre a jornada, o destino e as outras coisas que fazemos e que também complementam isso”.
Hamilton também é atraído pela perspectiva de representar a marca Mercedes no futuro, enquanto trabalham em projetos mais amplos.
“O que a Mercedes fez por todos os seus pilotos, mesmo Sir Stirling Moss ainda fazia parte da equipa, significa que passamos a ser parte de um legado e um parceiro para a vida, o que eu acho super atraente.“
“Muitos dos planos que a Mercedes tem para avançar, algo como sustentabilidade, são importantes para mim e o impacto que estamos tendo em nossa pegada de carbono. Estamos a trabalhar para ser uma equipa neutra em carbono até 2039 e ser os líderes na F1. Quero fazer parte disso e temos que estar alinhados com isso. ”












