O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, reiterou a sua preocupação com a expansão do calendário da Fórmula 1, uma vez que países como o Ruanda, a Tailândia e a África do Sul manifestaram interesse em acolher corridas.
Ben Sulayem acredita que 24 corridas por época são excessivas, defendendo, em vez disso, menos corridas, mas mais equipas, realçando a decisão da FIA de trazer a General Motors com a Cadillac como uma medida positiva.
Embora elogie a gestão da Liberty Media, criticou a eliminação de circuitos históricos em favor de corridas em novos mercados, salientando a importância do património da F1.
“Não poderia ficar mais feliz se a F1 regressasse a França, mas também à Alemanha” disse Ben Sulayem ao Le Figaro. “É bom abrirmo-nos a novos países, mas não podemos esquecer onde a história começou. Acho que é demasiado. Disse-o e fui atacado por muitos meios de comunicação social. Vinte corridas eram suficientes. Desde o início, penso que precisamos de menos Grandes Prémios, mas de mais equipas. Foi por isso que trouxemos a General Motors com a Cadillac. Muitas pessoas foram contra, mas penso que é uma boa decisão para o desporto”.
Quando questionado sobre as suas previsões para a época de 2025, Ben Sulayem recusou-se a comentar, afirmando que o seu objetivo é garantir que as corridas são seguras e justas.










Tem toda a razão, evidentemente, mas os racistas daqui do sítio devem estar a espremer o pouco que resta dos seus miolos à procura de qualquer coisa para criticar.
Por uma vez, concordo com o Sulayem. Vinte corridas seria o ideal, assim como doze equipas.
Por mim, quantas mais corridas houverem, melhor, mas é a perspetiva de adepto/espetador.
No restante, concordo com ele, e também deve ser a primeira vez, manter a história da F1 é extremamente importante.
Eu não sou tapado, quero ver outras coisas, o que é demais enjoa. Se houvesse corridas de F1 todas as semanas, tipo NASCAR, acabavam por se tornar vulgares e perder adeptos, a F1 não é futebol, com jogos quase todos os dias, mas há desportos motorizados todas as semanas, e começo a gostar cada vez mais do WEC e não precisam de mais corridas, podendo ver a IMSA como uma alternativa gratuita com os mesmos carros. Felizmente deixei de ver futebol, senão não tinha tempo para F1,F2, F3, F1A, Indycar, Indy NXT, WEC, IMSA, WRC, WSBK, Motogp, FRECA, Fórmula e,… Ler mais »
Talvez tenha percebido mal. Vejo outras competições e desportos e não “queria” todas as semanas, mas estar 3 meses sem corridas já acho exagerado. No entanto, compreendo a parte/visão dos trabalhadores da F1.
Mais uma vez coberto de razão.
Acrescenta pontuação para quem faz a pole….
E tb queremos que saias daí desse poleiro… Só complicas.
Por certo, está certo. Não é sempre, mas nesta questão sim. O ‘American Way of Lfe, não é totalmente bom para a F1. Como tal mais equipas – uma ideia que sempre me agradou – e menos corridas, é o pensamento certo. Se ‘Tomboktu’ propuser um GP, não é preciso contemplar também, esse, só pelo propósito de preencher quotas… e ‘abraçar todos os continentes; e, também não precisamos de ter nenhum GP no Dia de Natal, porque queremos verdadeiramente estar ocupados de outra forma. Até podemos, nesse dia, falar de F1, oferecer merchandising e um F1s miniaturas, mas dispensamos estar… Ler mais »
Das raras vezes em que concordo com Ben Sulayem