O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, descreveu a entrada da Cadillac na Fórmula 1 como um “momento transformador” para o desporto.
A confirmação de uma 11.ª equipa na grelha de partida para 2026 conclui um processo de dois anos iniciado pela FIA, que recebeu inicialmente sete candidaturas de potenciais novas equipas. Após avaliações técnicas e de recursos, quatro equipas passaram à fase seguinte, tendo a Andretti sido a candidata escolhida pela FIA para ser avaliada comercialmente pela F1.
Embora a F1 tenha inicialmente rejeitado a candidatura da Andretti, apesar da sua parceria com a General Motors, deixou a porta aberta para uma futura consideração se a GM se comprometesse a tornar-se uma equipa oficialou a conceber internamente todos os componentes permitidos. Com o rebranding para Cadillac F1 Team e um fornecimento inicial da unidade motriz por parte da Ferrari antes de a GM desenvolver o seu próprio motor em 2028, a F1 concordou agora com os termos comerciais, garantindo uma grelha de 11 equipas pela primeira vez numa década.
Ben Sulayem sublinhou que a chegada da Cadillac se alinha com os novos regulamentos de 2026 e traz uma nova energia ao campeonato.
“O dia de hoje marca um momento transformador e orgulho-me de liderar a Federação neste passo progressivo para o campeonato” comentou o presidente da FIA. “A expansão do Campeonato de Fórmula 1 da FIA para uma 11.ª equipa em 2026 é um marco. A GM/Cadillac traz uma nova energia, alinhando-se com os novos regulamentos da FIA 2026 e dando início a uma era emocionante para o desporto. A presença da Cadillac Formula 1 Team no paddock irá inspirar os futuros concorrentes e fãs. A sua entrada reforça a nossa missão de ultrapassar os limites do desporto motorizado ao mais alto nível.”












