2024 é também o primeiro ano em que a F1 deverá fazer 24 corridas numa época. Mika Hakkinen entende a necessidade de aumentar o número de corridas, mas admite que se estivesse a pilotar, que negociaria melhor o seu contrato.
Uma época com 22 corridas é já muito exigente e são vários os relatos de pessoas que estavam extenuadas no final da temporada. Mika Hakkinen entende que a exigência do público pede por mais corridas, mas que se estivesse a competir nesta fase, que as negociações dos contratos seriam muito mais duras:
“A época de 2023 foi um recorde de duração”, comentou Häkkinen no canal do YouTube da Unibet International. “Em comparação com os meus anos na F1 – acho que tivemos um máximo de 17 corridas – houve 22 corridas. Assisti a algumas delas e era possível ver na cara das pessoas o quão difícil foi o final da época. Em última análise, 22 corridas como número não é assim tão elevado. O problema é ter constantemente corridas consecutivas. As transições de A para B são difíceis. Mais uma vez, é preciso encontrar a atitude e a concentração nas corridas. Penso que esse é o maior desafio para muitos – não necessariamente só os pilotos, mas também os mecânicos e a organização. Esse foi provavelmente o maior desafio. Daqui para a frente, há ainda mais corridas. Vai ser uma tarefa difícil. Talvez o mundo o exija. Os fãs pedem-no. Eles querem mais corridas. A tarefa da F1 é cumprir e preencher o calendário. Se eu ainda pilotasse na F1 e visse o número de corridas, teria negociações duras om a equipa sobre a compensação”, observou. “E não só sobre isso, mas também sobre a forma de garantir que a resistência das pessoas está ao nível necessário para que todos possam continuar a trabalhar sem erros. Estamos a falar de um desporto com velocidades muito elevadas. Não queremos erros”.











