É verdade que a Mercedes não saiu ‘vitoriosa’ dos testes do Bahrein, algo que não é novo para a equipa, pois entre 2016 e 2019 foi sempre a Ferrari a ‘vencer’ os testes (a ser a mais rápida nas tabelas de tempos para sermos mais precisos), e sempre a Mercedes a começar bem melhor o campeonato na Austrália, mas desta feita, apesar disso poder ser diferente face à Red Bull, a verdade é que a Mercedes não está tão mal quanto pode ter parecido a alguns.
A Mercedes estabeleceu sempre uma fasquia muito alta nos últimos sete anos, pelo que agora pode estar a ser vista como uma desilusão. Parece evidente que a equipa tem muito trabalho a fazer, com Lewis Hamilton na posição incomum de parecer o mais inquieto dos dois pilotos da equipa, mas a verdade é que, agora que houve tempo para olhar com mais atenção para os dados, e parece claro que o ritmo de corrida da Mercedes nos stints curtos é a maior preocupação pois ficaram em segundo lugar, 0.56s atrás da Red Bull.
No entanto, os dados sugerem que nos stints longos, a Mercedes está no topo, mantendo uma vantagem de 0.39s por volta sobre a Red Bull. O que isto pode significar? A Red Bull faz a pole e a Mercedes ganha a corrida.










