A equipa de Woking, que passou por uma das piores fases da sua história está ansiosa por regressar ao lugares cimeiros da tabela, provar o champanhe no final das corridas e usar a já quase esquecida camisola vermelha que a equipa usa quando vence uma corrida.
A troca para os motores Renault irá trazer obviamente uma melhoria imediata na performance da equipa, mas os responsáveis fazem questão de não deixar que o entusiasmo desmesurado prejudique a equipa.
A sede de vitórias é grande mas a desilusão pode ser também enorme se a equipa não subir de forma este ano. Para Eric Boullier este será um dos grandes desafios de 2018… manter as expetativas num nível moderado para que a pressão criada não afete a equipa. “Prometer pouco e fazer muito. Esta deve ser a nossa postura este ano.”
É uma visão partilhada por Zak Brown que entende que a história e a dimensão da equipa exigem que lutem por títulos como faziam no passado, mas que não podem dar um passo maior que a perna: “Há muita coisa ainda para melhorar. Basta ver os nossos pit-stops, que não estão ao nível que necessitam de estar. E isso não depende da unidade motriz. Mas acredito que a pressão que irá surgir com os resultados possa permitir extrair mais de todos. Sonho ganhar na Austrália mas realisticamente acho que prefiro um terceiro lugar. Se vencermos. temos de avisar os patrocinadores e todos os que estão envolvidos connosco que devem ter calma e que é apenas uma corrida. Vencer o campeonato é uma história completamente diferente mas ficaria muito feliz por lidar com esse problema.”
A pressão negativa que esteve sobre a McLaren desde 2014 foi muito grande. A equipa tem orçamento e qualidade para andar no topo e quando isso não acontece o ambiente torna-se demasiado pesado. Este discurso serve para colocar água na fervura e tirar a pressão de uma equipa que precisa de respirar primeiro antes de apontar para outros voos. É uma decisão sensata. Se o cenário ao longo do ano mudar e a equipa lutar por mais do que apenas alguns pódios ou vitórias… tanto melhor.











Dá jeito, dúvido que o Alonso tenha brevet de piloto aviador.
Em 2016 eles tiveram os pés bem assentes na terra, até parecia o carro dos Flinstones!