A McLaren viveu um segundo dia complicado no shakedown privado, marcado por problemas técnicos que limitaram o seu programa em pista. Depois de um início encorajador com Lando Norris ao volante — que completou 77 voltas na quarta-feira — a McLaren viu o seu segundo dia encurtado devido a uma falha no sistema de combustível. Oscar Piastri realizou apenas 48 voltas antes de o MCL40 ser recolhido à garagem durante o resto do dia para investigações aprofundadas.
Apesar do contratempo, a equipa garante estar satisfeita com a base de trabalho já recolhida e sublinha que o comportamento do novo carro corresponde às expectativas iniciais. O foco principal nesta fase passa por permitir que os pilotos compreendam o funcionamento do monolugar, a integração da nova unidade de potência e os processos de gestão de energia, essenciais no novo ciclo regulamentar.
Full send in the MCL40, OP style 🚀#McLarenF1 | #F1 🧡 pic.twitter.com/z05dkF1Zm7
— McLaren Mastercard Formula 1 Team 🧡 (@McLarenF1) January 29, 2026
Mark Temple, diretor técnico de performance da McLaren, lamentou o tempo perdido: “É uma pena não termos podido rodar durante a tarde, porque cada minuto em pista é precioso numa fase tão inicial da temporada. Descobrimos um problema no sistema de combustível, o que significou que não conseguimos fazer todas as voltas que queríamos. O carro é muito complexo, por isso decidimos trazê-lo para a garagem e desmontá-lo para perceber totalmente de onde vem o problema, antes das sessões de amanhã [hoje].”
Temple salientou ainda o progresso geral: “Temos uma boa noção da base do carro. Neste shakedown, o mais importante para os pilotos é perceber como o novo carro funciona, como a unidade de potência interage e o processo de gestão de energia. No geral, não encontrámos nada de muito inesperado. O comportamento e a condução do carro estão dentro do que antecipávamos, nada apanhou os pilotos de surpresa. Trata-se de aprender e ganhar familiaridade e, com mais tempo, tentar ajustar e afinar o carro.”












