O Grande Prémio da Holanda regressa ao calendário da Fórmula 1 em 2020. Os designers estão a planear modificações ao circuito para o alinhar com os modernos padrões da Fórmula 1.
Assim, pretendem acrescentar uma inclinação até 18º graus na última curva da pista. Serve isto para que se reduza a quantidade de saída necessária e permitir que os pilotos a enfrentem enquanto usam o DRS, assim ajudando na ultrapassagem.
A nova curva final inclinada no circuito de Zandvoort vai significar que os pilotos têm de usar uma pressão de pneus ‘muito’ elevada, segundo Max Verstappen, que admite que isso significará baixa aderência no resto da pista: “Se nos faz seguir um pouco mais facilmente com o DRS já aberto, penso que é bom. Para aumentar ainda mais a pressão dos pneus acho que é um pouco difícil, mas no final também não se quer que rebentem pneus, por isso posso compreender a Pirelli e que eles queiram fazer isso.”
Verstappen, que tem sido mantido a par das mudanças planeadas no que será sua prova ‘caseira’ Mundial de F1, disse esperar que o ‘banking’ será “bastante severo”. Está projetado um banking de 18º. Para que se perceba melhor, o banking de Indianapolis é de 9º.











